A Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan), analisou o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) por Território de Identidade no mês de julho de 2012. No período de janeiro a julho, os territórios de identidade que geraram os maiores saldos de emprego foram Metropolitana de Salvador (+11.058 vagas), Sertão do São Francisco (+6.235 vagas) e Portal do Sertão (+5.334 vagas). Do saldo total de 35.656 empregos formais na Bahia, esses três territórios foram responsáveis por 63,5%, sendo a Metropolitana de Salvador respondeu por de 31,0%.
A Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan), analisou o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) por Território de Identidade no mês de julho de 2012. No período de janeiro a julho, os territórios de identidade que geraram os maiores saldos de emprego foram Metropolitana de Salvador (+11.058 vagas), Sertão do São Francisco (+6.235 vagas) e Portal do Sertão (+5.334 vagas). Do saldo total de 35.656 empregos formais na Bahia, esses três territórios foram responsáveis por 63,5%, sendo a Metropolitana de Salvador respondeu por de 31,0%.
Dos 11.058 novos empregos formais gerados no território de identidade Metropolitana de Salvador, 9.457 postos foram criados na capital do estado. A cidade foi responsável pela geração de 85,5% dos empregos em seu território de identidade. Os setores mais relevantes na composição desse resultado no referido território foram basicamente Serviços e Construção civil, que registraram um saldo positivo de 6.666 e 4.083 postos de trabalho, respectivamente.
O Sertão do São Francisco, segundo território de identidade que mais gerou empregos formais, teve como principais polos de criação de novas oportunidades os municípios de Juazeiro e Casa Nova. O primeiro contabilizou um saldo positivo de 3.768 empregos formais, e o segundo, 2.171 postos. Juntos, os dois municípios foram responsáveis por 95,3% do saldo total no território do Sertão do São Francisco. Em termos setoriais, a Agropecuária e a Indústria de transformação registraram os maiores saldos, mais especificamente 4.142 e 1.625 novas oportunidades.
O terceiro território de identidade que mais contribuiu para o saldo baiano de empregos foi o Portão do Sertão. Ao desagregar por municípios, vê-se que Feira de Santana foi o principal responsável pela geração de novos postos de trabalho (5.298). O setor com maior participação na criação de empregos foi Serviços, com 3.518 novos postos.
No mesmo período, os territórios de identidade que geraram os menores saldos de emprego foram Médio Sudoeste da Bahia (-2.359 vagas), Recôncavo (-2.029 vagas), e Costa do Descobrimento (-436 vagas). O Semiárido Nordeste II completa a lista dos territórios com saldo negativo, com -99 postos. Ou seja, do total do saldo negativo gerado na Bahia, os territórios de identidade Médio Sudoeste da Bahia e Recôncavo foram responsáveis por 47,9% e 41,2%, respectivamente.
O Médio Sudoeste da Bahia é o território com o pior desempenho no período analisado. Isso se deve basicamente à indústria de calçados no município de Itapetinga. O município aferiu saldo negativo de 2.233 postos de trabalho. Em termos setoriais, apresentaram pior desempenho, refletindo saldos negativos, a Indústria de transformação (-2.259 vagas), Construção civil (-113 vagas) e, por fim, a Extrativa mineral (-54 vagas).
O mau desempenho aferido pelo Recôncavo deve-se predominantemente aos municípios de São Francisco do Conde e Maragogipe, que apuraram saldos negativos de 2.166 e 1.062 postos de trabalho. Em termos setoriais os que apresentaram piores desempenhos, refletindo saldos negativos, foram Construção civil (-1.147 postos), Serviços (-1.007 postos) e a Indústria de transformação (-751 postos).