O Indicador de Confiança do Empresariado Baiano (ICEB), que avalia as expectativas dos sindicatos e associações de representantes do setor produtivo baiano, 108,5 pontos e permaneceu praticamente estável na zona de Otimismo Moderado, mesmo com variação de -1,4 pontos. O saldo de outubro foi impulsionado pela Agropecuária, único setor a apresentar declínio no mês. Em contrapartida, a Indústria mantém trajetória de recuperação e deixa os -100 pontos registrados em setembro. Os dados são da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento (Seplan).
O Indicador de Confiança do Empresariado Baiano (ICEB), que avalia as expectativas dos sindicatos e associações de representantes do setor produtivo baiano, 108,5 pontos e permaneceu praticamente estável na zona de Otimismo Moderado, mesmo com variação de -1,4 pontos. O saldo de outubro foi impulsionado pela Agropecuária, único setor a apresentar declínio no mês. Em contrapartida, a Indústria mantém trajetória de recuperação e deixa os -100 pontos registrados em setembro. Os dados são da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento (Seplan).
Neste mês de outubro, os setores da Indústria, Serviços e Comércio revelaram altas nos seus respectivos indicadores, em relação ao mês anterior. Enquanto a Agropecuária apresentou declínio, atingiu -27,8 pontos e, após quatro meses, retorna à zona de Pessimismo Moderado, a Indústria segue a trajetória de recuperação com -85,3 pontos, tendo crescimento de 14,7 pontos. Embora ainda permaneça na zona de Pessimismo Moderado. O setor de Serviços e Comércio registrou 212,5 pontos, alta de 6,7 pontos, continuando na zona de Otimismo Moderado.
“As perdas na produção agropecuária, decorrentes a estiagem, refletem a expectativa de Pessimismo Moderado para o setor. No que diz respeito à indústria, há um consenso por parte dos empresários quanto à recuperação, devido à retomada dos investimentos, principalmente nas áreas de mineração, energia, bens de consumo e automotiva. No setor de Serviço e Comércio há perspectiva otimista quanto ao crescimento das vendas para o quarto trimestre” analisa Alex Gama, analista da SEI.
As variáveis de desempenho das empresas (vendas, crédito, situação financeira, emprego, capacidade produtiva, abertura de unidades) apresentam resultados melhores que as variáveis econômicas (PIB, câmbio, inflação e juros). As primeiras tiveram, no mês, um acréscimo de 28,8 pontos, enquanto que às segundas decréscimo de 61,7. No que se refere às variáveis econômicas, os setores da Indústria e Serviços e Comércio permanecem na zona de Otimismo Moderado. Já a Agropecuária sai da zona de Otimismo Moderado para a zona de Pessimismo Moderado. Em relação às variáveis de desempenho das empresas, a Agropecuária passa a se situar na zona de Pessimismo Moderado junto com a Indústria. O setor de Serviço e Comércio migra da zona de Otimismo Moderado para zona de Otimismo.
EMPRESÁRIOS E EXPECTATIVAS - Tomando por base a inflação para os próximos 12 meses, 7,7% dos respondentes apontam que os preços estarão plenamente estáveis; 46,2% acreditam que os preços estarão tendendo a estabilidade; 38,4% afirmam que os preços estarão se afastando da estabilidade e 7,7% dos entrevistados crêem que os preços estarão extremamente instáveis. Analisando os juros, no que se refere à taxa Selic, para os próximos 12 meses, 3,9% apostam em uma redução em mais de 4 pontos percentuais, 3,9% acham que irá reduzir entre 2 e 4 pontos percentuais, 84,6% têm como expectativa variação entre -2 e 2 pontos percentuais, e 7,7% esperam aumento entre 2 e 4 pontos percentuais.
Observando as expectativas do PIB nacional para os próximos 12 meses, 15,4% apontam para um crescimento entre 3% e 4,9%; 69,2% acreditam num crescimento entre 1% e 2,9% e 15,4% esperam variação entre -1,0 e 0,9%. Em relação ao PIB estadual para os próximos 12 meses, 3,9% acham que crescerá 5,0% ou mais, 23,1% afirmam que crescerá entre 3,0% e 4,9%, 53,9% abalizam crescimento entre 1,0% e 2,9% e ainda 19,2% indicam variação entre -1,0% e 0,9%.