Setor baiano de Serviços retraiu 4,9% em julho de 2015

Publicado: 18/09/2015 Última atualização: 06/10/2026 às 09:44

Os resultados da Pesquisa Mensal de Serviços, realizada pelo IBGE, apontaram que a receita nominal do setor de serviços apresentou, em julho de 2015, decréscimo de 4,9%, na comparação com julho de 2014. O indicador acumulado no ano expandiu 2,3%, enquanto o acumulado em 12 meses aumentou 6,1%. As informações foram apuradas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan).

Na comparação com julho do ano anterior, ocorreu queda nas atividades de Outros serviços (-8,9%); Serviços de informação e comunicação (-5,3%); e Serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,4%). Por outro lado, Serviços prestados às famílias (9,3%); e Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (7,7%), apontaram expansão.

Os resultados acumulados no ano de 2015 indicam crescimento nominal de 2,3%, em relação ao mesmo período de 2014. Nesta análise, os Serviços de Transporte, serviços auxiliares aos transportes e correio, e Serviços prestados às famílias foram às atividades que mais impulsionaram o indicador com variações positivas de 9,2% e 7,5%, respectivamente. Por outro lado, os Serviços de informação e comunicação (-3,9%); Outros serviços (-2,9%); e Serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,4%) apontaram arrefecimentos no período.

Já os resultados acumulados nos últimos doze meses apontaram crescimento nominal de 6,1% em relação ao mesmo período de 2014. Nesta análise, a atividade de Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (11,7%) apresentou a maior expansão; seguido pelas atividades de Serviços profissionais, administrativos e complementares (11,2%); Serviços prestados às famílias (8,7%); e Outros serviços (0,5%). Em sentido oposto, os Serviços de informação e comunicação apontaram retração de 4,5%.

Os dados por Unidades da Federação em julho de 2015, na comparação com igual mês de 2014, apresentaram variações negativas em 10 das 27 Unidades da Federação, com destaque para Amapá (-12,4%), Maranhão (-4,9%), Bahia (-4,9%), Amazonas (-3,7%), Espírito Santo (-2,9%), Sergipe (-2,2%), e Distrito Federal (-1,5%). Por outro lado, as unidades que apontaram maiores variações positivas na receita nominal foram: Rondônia (30,8%), Tocantins (12,7%), e Pará (8,3%).