O volume de serviços na Bahia caiu 7,7% em fevereiro de 2016

Publicado: 13/04/2016 Última atualização: 06/10/2026 às 09:43

De acordo com os resultados da Pesquisa Mensal de Serviços, realizada pelo IBGE, o volume de serviços marcou, em fevereiro de 2016, na comparação com fevereiro de 2015, um decréscimo de 7,7%. Já no acumulado no ano houve uma retração de 8,0% e o indicador acumulado em 12 meses sofreu uma queda de 7,1%.

Na mesma pesquisa, a receita nominal de serviços apontou, em fevereiro de 2016, na comparação com fevereiro de 2015, um decréscimo de 2,1%. O acumulado no ano retraiu 2,2% e o indicador acumulado em 12 meses caiu 2,0%. As informações foram apuradas pela Superintendência de Estudos Economicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria de Planejamento (Seplan).


Análise setorial - Todas as atividades puxaram o volume de serviços para baixo, quando comparado com o mesmo mês do ano anterior, exceto Serviços prestados às famílias, que apresentou estabilidade relativa (0,1%). Quanto às atividades que retraíram, cabe destacar os resultados para Outros serviços e Serviços profissionais, administrativos e complementares, que registraram as maiores retrações, 18,7% e 15,7%, respectivamente.


A receita nominal de serviços, quando comparada com o mesmo mês do ano anterior, registrou queda de 2,1% com destaque para Outros serviços (-11,4%); Serviços profissionais, administrativos e complementares  (-8,3%); e Serviços de informação e comunicação (-3,7%).


O resultado acumulado do volume, no segundo bimestre de 2016, retraiu 8,0% em relação ao mesmo período de 2015. Nesta análise, a atividade Serviços profissionais, administrativos e complementares (-18,5%) apresentou a maior retração, seguido pelas atividades de Outros serviços (-13,4%); Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-7,1%); Serviços de informação e comunicação (-4,7%); com estabilidade relativa para os Serviços prestados às famílias (0,3%). Quanto à receita nominal, no mesmo período, marcou queda de 2,2% em relação ao mesmo período anterior. Nesta análise, todas as atividades apresentaram queda com destaque para Serviços profissionais, administrativos e complementares (-11,4%) que apontou a maior retração.


Os resultados acumulados do volume, nos últimos doze meses, retraíram 7,1% em relação ao mesmo período de 2015. Nesta análise, a atividade Outros serviços (-18,4%) apresentou a maior retração, seguido pelas atividades de Serviços profissionais, administrativos e complementares (-15,5%); Serviços de informação e comunicação (-6,1%); Serviços prestados às famílias (-3,8%); e Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-1,9%). Quanto à receita nominal, no mesmo período, marcou queda de 2,0% em relação ao mesmo período anterior. Nesta análise, as atividades de Outros serviços; Serviços profissionais, administrativos e complementares; e Serviços de informação e comunicação decresceram 11,4%, 8,9% e 4,0%, respectivamente. Em sentido oposto, os Serviços prestados às famílias (5,0%) e Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (3,8%) marcaram expansão.


Análise Regional - Dos dados do volume de serviços por Unidades da Federação, em fevereiro de 2016, na comparação com igual mês de 2015, apenas nove apresentaram variações positivas, com destaque para Rondônia (16,5%), Roraima (9,8%), Distrito Federal (8,2%), Mato Grosso (8,2%), e Alagoas (5,5%). Por outro lado, as unidades que apontaram as maiores variações negativas no volume foram: Amapá (-18,3%), Amazonas (-18,1%) e Sergipe (-9,7%). Na mesma análise, as principais Unidades da Federação que ampliaram a receita nominal de serviços foram: Rondônia (24,1%), Mato Grosso (16,2%), Roraima (14,6%), Distrito Federal (11,9%), e Alagoas (10,0%). Por outro lado, as Unidades que apontaram maiores variações negativas na receita foram: Amapá (-16,7%), Amazonas (-15,1%), Maranhão (-5,9%) e Sergipe (-5,9%).


Análise regional das atividades turísticas - O volume das atividades turísticas, quando comparado com o mesmo mês do ano anterior, ampliou mais intensamente para o Distrito Federal (12,8%), em seguida, Goiás (6,2%), Pernambuco (5,7%) e Ceará (5,3%). Por outro lado, os principais impactos negativos vieram do Paraná (-6,9%), Santa Catarina (-5,3%) e Minas Gerais (-3,7%). Nesta análise a Bahia apontou variação negativa de 0,4%.


A receita nominal das atividades turísticas, quando comparada com o mesmo mês do ano anterior, ampliaram em todas as unidades com destaque para Rio de Janeiro (8,5%), Rio Grande do Sul (5,4%), Distrito Federal (4,8%), e Bahia (4,5%).