Os resultados da Pesquisa Mensal de Serviços, realizada pelo IBGE, apontam que o volume de serviços marcou, em abril de 2016, na comparação com abril de 2015, um decréscimo de 8,8%; já o indicador acumulado no ano retraiu 8,3%; e o indicador acumulado em 12 meses sofreu uma queda de 8,4%. Na mesma pesquisa, a receita nominal de serviços apontou, em abril de 2016, um decréscimo de 3,1%, na comparação com março de 2015; já o indicador acumulado no ano retraiu 2,5%; e o indicador acumulado m 12 meses caiu 3,0%. As informações foram analisadas pela Superintendência de estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria de Planejamento (Seplan).
Todas as atividades puxaram o volume de serviços para baixo, quando comparado com o mesmo mês do ano anterior, como destaque para Outros serviços e Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio, que registraram as maiores retrações, 15,5% e 13,1%, respectivamente.
A receita nominal de serviços, quando comparada com o mesmo mês do ano anterior, registrou queda de 3,1% com destaque para Outros serviços (-8,9%); Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-8,0%); e Serviços de informação e comunicação (-5,5%). É relevante destacar o resultado positivo apresentado pelas atividades de Serviços profissionais, administrativos e complementares (5,4%); e Serviços prestados às famílias (3,8%).
O resultado acumulado do volume, no primeiro quadrimestre de 2016, apontou retração de 8,3% em relação ao mesmo período de 2015. Nesta análise, a atividade Outros serviços (-16,5%) apresentou a maior retração, seguido pelas atividades de Serviços profissionais, administrativos e complementares (-10,5%); Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-9,6%); Serviços de informação e comunicação (-6,5%); e Serviços prestados às famílias (-0,1%). Quanto à receita nominal, no mesmo período, marcou queda de 2,5% em relação ao mesmo período anterior. Nesta análise, todas as atividades apresentaram queda, exceto Serviços prestados às famílias que avançou 7,4%.
O resultado acumulado do volume, nos últimos doze meses, retraíram 8,4% em relação ao mesmo período de 2015. Nesta análise, a atividade Outros serviços (-20,8%) apresentou a maior retração, seguido pelas atividades de Serviços profissionais, administrativos e complementares (-15,1%); Serviços de informação e comunicação (-7,0%); Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-5,0%); e Serviços prestados às famílias (-3,2%). Quanto à receita nominal, no mesmo período, marcou queda de 3,0% em relação ao mesmo período anterior.
Nesta análise, as atividades de Outros serviços; Serviços profissionais, administrativos e complementares; e Serviços de informação e comunicação decresceram 14,1%, 8,4% e 4,4%, respectivamente. Em sentido oposto, os Serviços prestados às famílias (5,1%) e Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (1,1%) marcaram expansão.
Dos dados do volume de serviços por Unidades da Federação, em abril de 2016, na comparação com igual mês de 2015, apenas três apresentaram variações positivas, com destaque para Rondônia (7,2%), Tocantins (6,5%), Roraima (6,5%). Por outro lado, as unidades que apontaram as maiores variações negativas no volume foram: Amazonas (-15,3%), Amapá (-12,3%), e Paraíba (-11,2%).
Na mesma análise, as principais Unidades da Federação que ampliaram a receita nominal de serviços foram: Tocantins (12,1%), Rondônia (12,1%), e Roraima (10,0%). Por outro lado, as Unidades que apontaram mais intensamente variações negativas na receita foram: Amazonas (-13,1%), Amapá (-11,2%), e Paraíba (-8,2%).
O volume das atividades turísticas, quando comparado com o mesmo mês do ano anterior, ampliou mais intensamente para o Pernambuco (4,5%), seguindo por Rio de Janeiro (0,5%). Por outro lado, os principais impactos negativos vieram de Santa Catarina (-12,8%), Paraná (-12,6%), e Bahia (-11,0%).
A receita nominal das atividades turísticas, quando comparada com o mesmo mês do ano anterior, retraiu em todas as unidades, exceto São Paulo (0,2%). Nesta análise, a Bahia apontou queda de 5,4%.
O volume de serviços na Bahia cai 8,8% em abril de 2016
Publicado: 15/06/2016
Última atualização: 06/10/2026 às 09:43