Diferencial do novo modelo de governança, a Gestão Estratégica de Riscos foi incorporada também na etapa de preparação para o trabalho de monitoramento da execução do Plano Plurianual 2024-2027. A atividade, que teve início em 22 de abril na secretaria estadual de Turismo (Setur), e ocorreu, ao longo da última semana, nas secretarias estaduais de Desenvolvimento Urbano (Sedur) e de Assistência e Desenvolvimento Social (Seades), está em andamento na Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), onde começou nesta segunda –feira (06) e segue até a quarta-feira (08).
Gerente de Controle Preventivo e Transparência da Auditoria Geral do Estado (AGE/Sefaz), responsável pela implantação do Programa de Gestão de Riscos no âmbito do poder executivo, Vítor Pinheiro, falou sobre o trabalho desenvolvido em parceria com Secretaria do Planejamento (Seplan). “Nós trouxemos, em parceria com a Seplan, aspectos da gestão de riscos para o processo do monitoramento e avaliação. A nossa participação tem sido no sentido de agregar valor ao processo de monitoramento, atuando junto com a Seplan na identificação destes novos elementos, que são os fatores críticos de contexto, ações preventivas e ações corretivas”.
Segundo Pinheiro estes novos elementos trazem uma maior possibilidade de atingir a iniciativa. “A gente sempre tem o objetivo de chegar lá e a gestão de riscos tem esta característica de poder contribuir com este objetivo, que aqui nestas reuniões de colaboração institucional são as entregas e as atividades críticas, então funciona como uma salvaguarda pro gestor, para mostrar durante a execução dos trabalhos que ele se planejou, pensou o que poderia atrapalhar estas entregas e quais são as ações que ele poderia tomar, caso se materializasse, ou o que pode ser feito, de forma preventiva, para não se materializar. Então a gestão de risco é uma ferramenta que visa melhorar este processo de execução das iniciativa que constam no PPA”, explica.
A atividade preparatória consiste em uma ambientação ao novo modelo de governança do PPA 2024-2027, que, como revela a diretora de Acompanhamento e Monitoramento da superintendência de Gestão Estratégica, Maria Presídio, foi aperfeiçoado e traz uma maior maturidade ao processo, inclusive com a incorporação de novos elementos, a exemplo da Gestão Estratégica de Riscos. Parte fundamental deste processo, trata-se também da inserção, por parte das secretarias, no Sistema Integrado de Planejamento, Contabilidade e Finanças do Estado da Bahia (Fiplan), da pretensão de meta dos indicadores de todos os compromissos, bem como, a identificação das entregas dos bens e serviços por elas executados, além das atividades críticas, essenciais para que a entrega aconteça e das atividades preventivas e corretivas, que visam mitigar o risco à concretização destas entregas.