As informações coletadas durante o trabalho de monitoramento e avaliação dos programas de governo desenvolvido pela Superintendência de Gestão e Avaliação (SGA) da Secretaria do Planejamento (Seplan) serviram de subsídios para o seminário “Compartilhando Conhecimento, Prospectando o Futuro”. O evento acontece hoje (26) e amanhã (27), no Instituto Anísio Teixeira (IAT), reunindo colaboradores das superintendências, diretorias e assessorias da Seplan.
O objetivo da iniciativa é, a partir dos dados obtidos no monitoramento e avaliação do Plano Plurianual (PPA) 2012-2015, fornecer elementos para a formulação do PPA 2016-2019. A abertura do seminário, na manhã de hoje (26), contou com a presença do secretário do Planejamento, José Sergio Gabrielli, que destacou a importância do trabalho realizado pela SGA e como ele servirá para aprimorar a elaboração do documento de planejamento do próximo quadriênio.
“O objetivo é nivelar o conhecimento, de forma mais detalhada, dos programas que foram acompanhados. E, a partir dessa visão geral estratégica de cada um dos programas, ver como essas informações podem ajudar na formulação do PPA 2016-2019”, observou Gabrielli.
A superintendente da SGA, Maria Lúcia Carvalho, explicou que, durante três anos, sua unidade realizou o monitoramento e a avaliação de 47 programas de governo. A meta do seminário, disse, é que os colaboradores da Seplan, subsidiados por esses dados, possam levantar os pontos críticos da formulação e da execução do PPA 2012-2015 e apresentar sugestões de melhorias para as fragilidades identificadas, evitando, desse modo, sua repetição no PPA 2016-2019.
Os programas de governo que integraram o processo de monitoramento e avaliação estão divididos em dois eixos. O primeiro, de “Inclusão Social e Afirmação dos Direitos”, envolve programas das áreas temáticas de saúde, educação, cidadania e direitos humanos, desenvolvimento social, inclusão produtiva e gênero, raça e etnia. O segundo eixo é dedicado ao “Desenvolvimento Sustentável e Infraestrutura para o Desenvolvimento”, no qual estão inseridos programas das áreas de infraestrutura logística e de telecomunicações; energia; indústria, mineração e serviços estratégicos; turismo; desenvolvimento urbano – cidades sustentáveis; cultura e ciência e tecnologia.
