30/04/2019
A Bahia lidera nacionalmente o cadastramento de projetos eólicos e solares fotovoltaicos para o leilão que a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) realizará em junho de 2019. No leilão, 31,8% dos projetos eólicos e 25,5% dos projetos solares fotovoltaicos foram cadastrados no estado. São 456 projetos que somam 14 GW da Bahia, de um total de 1.581 empreendimentos, somando 51.204 MW, cadastrados em 20 Estados.
A Bahia já possui 156 parques eólicos em operação, que geram 3.927 MW, ultrapassando o Rio Grande do Norte em número de parques eólicos em operação neste mês de abril. O volume de investimentos que o setor deverá investir no Estado, considerando apenas os leilões de eólica, é de cerca de R$ 20 bilhões. Além disso, os parques eólicos são responsáveis pela injeção de milhões de reais anualmente nas economias dos municípios em que se instalam. Isto decorre dos empreendimentos se implantarem utilizando contratos de arrendamentos com os proprietários das terras em que estão localizados.
Desta forma, além de produzir eletricidade e empregos, os parques eólicos ainda contribuem de maneira significativa introduzindo recursos financeiros nas comunidades em que se situam, tornando-se indutores de desenvolvimento. O primeiro complexo eólico baiano começou a operar em 2011, em Brotas de Macaúbas. Atualmente, é controlado pela Statkraft Energias Renováveis que comprou uma fatia da então Desenvix, em 2012, e assumiu o controle da empresa em 2015.
A Bahia é líder nacional no cadastramento de projetos eólicos (31,8%) e solares fotovoltaicos (25,5%) para o leilão de junho de 2019. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) cadastrou 1.581 empreendimentos, somando 51.204 MW, em 20 Estados, sendo 456 projetos que somam 14 GW da Bahia. O Rio Grande do Norte veio em seguida, com 10.518 MW em 305 empreendimentos e o Piauí ficou com a terceira colocação, com 8.782 MW em 258 projetos.
A Bahia já possui 156 parques eólicos em operação, que geram 3.927 MW, ultrapassando o Rio Grande do Norte em número de parques eólicos em operação neste mês de abril. O volume de investimentos que o setor deverá investir no Estado, considerando apenas os leilões de eólica, é de cerca de R$ 20 bilhões. Além disso, os parques eólicos são responsáveis pela injeção de milhões de reais anualmente nas economias dos municípios em que se instalam. Isto decorre dos empreendimentos se implantarem utilizando contratos de arrendamentos com os proprietários das terras em que estão localizados.
Desta forma, além de produzir eletricidade e empregos, os parques eólicos ainda contribuem de maneira significativa introduzindo recursos financeiros nas comunidades em que se situam, tornando-se indutores de desenvolvimento. O primeiro complexo eólico baiano começou a operar em 2011, em Brotas de Macaúbas. Atualmente, é controlado pela Statkraft Energias Renováveis que comprou uma fatia da então Desenvix, em 2012, e assumiu o controle da empresa em 2015.
A Bahia é líder nacional no cadastramento de projetos eólicos (31,8%) e solares fotovoltaicos (25,5%) para o leilão de junho de 2019. A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) cadastrou 1.581 empreendimentos, somando 51.204 MW, em 20 Estados, sendo 456 projetos que somam 14 GW da Bahia. O Rio Grande do Norte veio em seguida, com 10.518 MW em 305 empreendimentos e o Piauí ficou com a terceira colocação, com 8.782 MW em 258 projetos.
