Governo apresenta projeto da ponte na Associação Comercial da Bahia

08/07/2013

Na próxima quarta-feira (10), às 18h, a diretoria e convidados da Associação Comercial da Bahia (ACB) serão apresentados ao projeto da Ponte Salvador – Ilha de Itaparica pelo secretário do planejamento do Estado, José Sergio Gabrielli, no auditório da instituição, no bairro do Comércio.

Neste evento, Gabrielli destacará, entre outros assuntos, as oportunidades de negócios que a ponte trará para a capital, assim como as melhorias para mobilidade, especialmente na região da cabeceira em Salvador.

compartilhar os detalhes do projeto com a população a fim de mostrar sua real importância e benefícios, o secretário tem mantido uma agenda aberta para encontros com os mais diversos públicos das cidades, principalmente as que serão impactadas diretamente pela obra.

A Secretaria do Planejamento (Seplan) já contabiliza, nos últimos quatro meses, mais de 20 eventos dedicados ao tema, tais como audiências públicas em Salvador e na Ilha de Itaparica, debates em universidades e apresentações para entidades de classe.

O projeto A Ponte Salvador – Ilha de Itaparica é parte de um plano de desenvolvimento socioeconômico do Estado da Bahia, cujo objetivo é dinamizar o eixo litorâneo sul, permitindo o surgimento de um novo polo industrial e logístico na Região Metropolitana de Salvador (RMS), ancorado por investimentos já em curso (estaleiros em São Roque do Paraguaçu) ou projetados (nova retroárea do porto de Salvador).

O cronograma de ações de 2013 inclui a contratação de estudos de sondagem, engenharia, impactos ambientais (EIA-RIMA) e urbanísticos, publicados em editais nos meses de abril e maio para contratação. O lançamento do edital para construção e concessão da ponte, por sua vez, está previsto para o primeiro trimestre de 2014.

O projeto de construção da ponte, duplicação das rodovias, desapropriações e investimentos em infraestrutura está estimado em R$ 7 bilhões, porém este é um dos pontos que a consultoria McKinsey & Company auxiliará o Governo da Bahia, tanto para escolher o melhor modelo econômico, quanto para reduzir custos. A viabilidade econômica do projeto passa por recursos federais, recursos de endividamento, de cobrança de pedágio e aproveitamento de parte dos ganhos imobiliários com a valorização que virá desse empreendimento.