04/06/2013
Redistribuir os investimentos no estado, hoje concentrados na RMS e regiões ao Norte. Esta é a finalidade da construção da Ponte Salvador – Ilha de Itaparica segundo Paulo Henrique de Almeida, diretor da Secretaria do Planejamento do Estado (Seplan), que apresentou na manhã desta terça-feira (4), o projeto e informações preliminares do empreendimento no seminário A Região Metropolitana de Salvador: projetos e transformações.
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Universidades discutem com especialistas e estudantes a importância da ponte para a RMS[/caption]
Além deste projeto que tem o impulsionamento da logística, o desenvolvimento urbana e o desenvolvimento socioeconômico regional como principais alicerces, outras propostas foram apresentadas por convidados do evento. Como alternativa, o arquiteto Paulo Ormindo que propôs um percurso terrestre similar à BR 324 pela costa da Baía de Todos os Santos.
A professora e arquiteta Ângela Souza trouxe o conceito da Via Cênica, desenvolvido por ela, que também contorna a baía, mas como um circuito “leve” para ser uma rota turística, aproveitando as vias já existentes, para que as pessoas passem em baixa velocidade e possam admirar o patrimônio histórico, cultural, ambiental e paisagístico das localidades do entorno.
Almeida informa que essa opção, por sinal, está sendo cogitada pelo Governo do Estado como um próximo passo para complementar as iniciativas para desenvolvimento da região. Contudo, como a arquiteta autora do projeto afirma, é distinta dos objetivos econômicos e de logística da ponte para transporte de carga pesada, por exemplo.
Sobre o seminário, Almeida comemora: "Para mim, a principal conquista neste evento é perceber que está se tratando a ponte como um projeto antigo, que vem sendo discutido há 50 anos e agora, finalmente, o Estado está tomando providências para acontecer".
Promovido pela Universidade Católica do Salvador, em parceria com a Universidade Federal da Bahia, o evento segue até amanhã no Campus Federação, com discussões sobre transformações socioespaciais e grandes projetos para estruturação metropolitana.
Universidades discutem com especialistas e estudantes a importância da ponte para a RMS[/caption]
Além deste projeto que tem o impulsionamento da logística, o desenvolvimento urbana e o desenvolvimento socioeconômico regional como principais alicerces, outras propostas foram apresentadas por convidados do evento. Como alternativa, o arquiteto Paulo Ormindo que propôs um percurso terrestre similar à BR 324 pela costa da Baía de Todos os Santos.
A professora e arquiteta Ângela Souza trouxe o conceito da Via Cênica, desenvolvido por ela, que também contorna a baía, mas como um circuito “leve” para ser uma rota turística, aproveitando as vias já existentes, para que as pessoas passem em baixa velocidade e possam admirar o patrimônio histórico, cultural, ambiental e paisagístico das localidades do entorno.
Almeida informa que essa opção, por sinal, está sendo cogitada pelo Governo do Estado como um próximo passo para complementar as iniciativas para desenvolvimento da região. Contudo, como a arquiteta autora do projeto afirma, é distinta dos objetivos econômicos e de logística da ponte para transporte de carga pesada, por exemplo.
Sobre o seminário, Almeida comemora: "Para mim, a principal conquista neste evento é perceber que está se tratando a ponte como um projeto antigo, que vem sendo discutido há 50 anos e agora, finalmente, o Estado está tomando providências para acontecer".
Promovido pela Universidade Católica do Salvador, em parceria com a Universidade Federal da Bahia, o evento segue até amanhã no Campus Federação, com discussões sobre transformações socioespaciais e grandes projetos para estruturação metropolitana.