01/10/2015
A participação das Pessoas com Deficiência no Dia D na Bahia vai além da busca por atendimento. Essa parcela da população tem representantes que compõem o time responsável pela realização do Dia da Inclusão social e profissional no Estado.
Em Entrevista Coletiva sobre o evento, ocorrida na manhã desta quarta-feira (30), três destes agentes confessaram sobre a satisfação e responsabilidade em contribuir de maneira direta com a iniciativa, que julgam importante para a conquista de lutas que fazem parte de suas próprias vidas. Alexandre, Antônio Carlos e Charles, Pessoas com Deficiência que fazem o Dia D na Bahia, trabalhadores que mostram que são capazes.
O Superintendente dos Direitos da Pessoa com Deficiência na Bahia, Alexandre Baroni, é cadeirante e tem cerca de 30 anos atuando em prol dessa parcela da sociedade. Ele participou das duas edições anteriores do evento e garantiu estar mais entusiasmado com as novidades deste ano.
“Uma boa novidade é o atendimento para o Passe Livre Intermunicipal. O trabalhador poderá solicitar a emissão de seu documento, e esperamos mais de 500 pessoas que serão convidadas a retirar seus passes no local. Ficamos felizes por possibilitar aos trabalhadores o acesso a mais este direito”, destaca.
Para o presidente do Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência (Comped), Antônio Carlos Barbosa, o Dia D é importante também para os cidadãos que não compõem o grupo das Pessoas com Deficiência. “Ter um trabalhador com deficiência na empresa é bom para todos. Para ele e para os colegas, pois conviver com Pessoas com Deficiência é uma oportunidade de crescimento e amadurecimento. O Dia D tem o papel de fortalecer estas relações”, reforça.
Barbosa é um dos colaboradores da ação e possui deficiência física nos membros inferiores. “Tudo que fale ou envolva as pessoas com deficiência tem que contar com a nossa participação, porque somos autoridade no assunto. Há um lema sobre as Pessoas com Deficiência que diz ‘nada sobre nós sem nós’, e o Dia D na Bahia está atendendo a este conceito”, conclui.
Já para o jovem Charles Fonseca, o Dia D representa ainda um desafio pessoal. Recém-contratado como estagiário da Assessoria de Comunicação da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), o estudante de Jornalismo que possui deficiência visual encara o evento como sua primeira missão. “Estou muito satisfeito com a oportunidade que a Setre está me dando e feliz com o apoio que o Governo do Estado está oferecendo a esta parcela da sociedade”, declara.
01.10.2015
Cristiana Nery – DRT 4024
Ascom SineBahia/ Setre
Em Entrevista Coletiva sobre o evento, ocorrida na manhã desta quarta-feira (30), três destes agentes confessaram sobre a satisfação e responsabilidade em contribuir de maneira direta com a iniciativa, que julgam importante para a conquista de lutas que fazem parte de suas próprias vidas. Alexandre, Antônio Carlos e Charles, Pessoas com Deficiência que fazem o Dia D na Bahia, trabalhadores que mostram que são capazes.
O Superintendente dos Direitos da Pessoa com Deficiência na Bahia, Alexandre Baroni, é cadeirante e tem cerca de 30 anos atuando em prol dessa parcela da sociedade. Ele participou das duas edições anteriores do evento e garantiu estar mais entusiasmado com as novidades deste ano.
“Uma boa novidade é o atendimento para o Passe Livre Intermunicipal. O trabalhador poderá solicitar a emissão de seu documento, e esperamos mais de 500 pessoas que serão convidadas a retirar seus passes no local. Ficamos felizes por possibilitar aos trabalhadores o acesso a mais este direito”, destaca.
Para o presidente do Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência (Comped), Antônio Carlos Barbosa, o Dia D é importante também para os cidadãos que não compõem o grupo das Pessoas com Deficiência. “Ter um trabalhador com deficiência na empresa é bom para todos. Para ele e para os colegas, pois conviver com Pessoas com Deficiência é uma oportunidade de crescimento e amadurecimento. O Dia D tem o papel de fortalecer estas relações”, reforça.
Barbosa é um dos colaboradores da ação e possui deficiência física nos membros inferiores. “Tudo que fale ou envolva as pessoas com deficiência tem que contar com a nossa participação, porque somos autoridade no assunto. Há um lema sobre as Pessoas com Deficiência que diz ‘nada sobre nós sem nós’, e o Dia D na Bahia está atendendo a este conceito”, conclui.
Já para o jovem Charles Fonseca, o Dia D representa ainda um desafio pessoal. Recém-contratado como estagiário da Assessoria de Comunicação da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), o estudante de Jornalismo que possui deficiência visual encara o evento como sua primeira missão. “Estou muito satisfeito com a oportunidade que a Setre está me dando e feliz com o apoio que o Governo do Estado está oferecendo a esta parcela da sociedade”, declara.
01.10.2015
Cristiana Nery – DRT 4024
Ascom SineBahia/ Setre