Baianos das mais variadas religiões, credos e crenças renderam homenagens ao Nosso Senhor do Bonfim, durante os festejos de 243 anos da tradicional Lavagem da Basílica do Bonfim, localizada no bairro de mesmo nome, nesta quinta-feira 14. O branco foi a cor utilizada pelos devotos para marcar a reverência ao santo.
A celebração teve início na Igreja da Conceição da Praia, com um ato ecumênico e concentração dos devotos. O ponto alto da festa foi a caminhada até a Colina Sagrada, que demonstra a fé dos participantes. Baianas de acarajé – que fazem a lavagem da igreja -, baianos em geral e turistas fazem a pé o percurso de cerca de 8 quilômetros. O cortejo é precedido de uma atividade esportiva, a Corrida Sagrada, com chegada no adro do Bonfim.
O governador Rui Costa participou das celebrações – ao lado da primeira-dama Aline Peixoto -, do secretário do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), Álvaro Gomes, e de uma plêiade de personalidades dos mundos artístico, religioso, empresarial, esportivo e político, a exemplo de secretários de Estado, parlamentares, prefeitos e vereadores.
O chefe do Palácio de Ondina, que debutou na festa como governador, ressaltou o simbolismo da Lavagem do Bonfim, a fé dos baianos e a aceleração que a festa provoca nas batidas do coração do povo da terra. “Eu vou pedir paz e um ano melhor que 2015. Que Deus e o Senhor do Bonfim protejam a todos nós”, disse Rui Costa.
O titular da Setre observou a religiosidade e a devoção do povo da Bahia, bem como a força cultural da festa. “É contagiante e impressiona a capacidade dos baianos de misturarem aspectos religiosos e profanos numa única festa, num clima de muita harmonia e paz”, sublinhou Álvaro Gomes.
14.01.16
Gilmar Medeiros
Ascom/Setre