29/03/2016
O artesanato baiano, considerado um dos melhores do país, voltou a ser comercializado, a partir desta terça-feira 29, no prédio do extinto Instituto Mauá, no Pelourinho, Centro Histórico de Salvador. Os artesãos estão sendo apoiados pela Associação de Cultura e Arte (Cultuarte) e negociam seus produtos diretamente com os clientes.
“Além da exposição e comercialização dos produtos, vamos retomar os cursos de capacitação e qualificação que, antes, eram oferecidos neste local”, antecipou o secretário estadual do Trabalho e Esporte, Álvaro Gomes, depois de percorrer o espaço acompanhado de técnicos, ouvindo detalhes do seu funcionamento.
Localizado na Rua Gregório de Matos, 27, Pelourinho, o Centro de Artesanato vai abrigar, simultaneamente, o Museu do Artesanato Mineral, mantido pela Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM) e uma unidade da Universidade Estadual da Bahia (Uneb).
ALEGRIA
Para Jacira da Conceição Soares, artesã de Vila Sauípe, município de Mata de São João, a reabertura do Centro de Artesanato do Pelourinho não poderia chegar em outra hora. “É um momento de muita alegria para todos nós termos de volta este espaço para apresentar os trabalhos da nossa Cooperativa de Artesanato do Trançado Tupinambá, a Copartt”.
“A reabertura do prédio, no Centro Histórico de Salvador, é mais um incentivo aos artesãos da capital e do interior a se manterem na atividade”, destacou o titular da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), Álvaro Gomes. Em novembro passado, a Setre reabriu a loja do Porto da Barra, que vem tendo o bom desempenho de sempre.
Coordenadora de Fomento ao Artesanato pela Setre, Emília Almeida vibra em ver o espaço público do Pelourinho novamente de portas abertas. “Aqui, temos um farto material histórico do museu do Artesanato, que é uma atração aos olhos de turistas e baianos. E temos ainda artesãos de fios e fibras comercializando diretamente os seus nobres produtos ”, afirma. O Centro de Artesanato estará em funcionamento das 9 às 17 horas, de segunda a sexta-feira.
GERAÇÃO
Presidente da Cultuarte, Verônica Lemos – grupo que apoia os artesãos nesta nova investida - considera um esforço importante da Setre em reabrir os dois canais de fomento ao artesanato baiano. “Estamos atuando com duas equipes, compostas basicamente por artesãos, dando consultorias aqui no Pelourinho e na Barra”.
O Governo do Estado, por meio da Setre, trabalha para preparar um Edital que vai selecionar uma Organização Social (OS) para trabalhar na comercialização e promoção de eventos em prol do artesanato baiano, conforme revela Emília Almeida. A expectativa é que a contratação aconteça até agosto próximo.
Para o artesão Domingos Conceição, de Ituberá, no Baixo Sul do Estado, a alegria de estar com seus produtos, à base de piaçava, era indisfarçável. Assim como ele, a artesã Meire Cabral, que comemora a reabertura como mais um espaço de geração e renda para a categoria.
EXTINTO
Criado em 1939, o Instituto de Artesanato Visconde de Mauá foi extinto por lei estadual em 2015. A gestão dos espaços e dos produtos foi transferida para a estrutura da Superintendência de Economia Solidária da Setre como Coordenação de Fomento ao Artesanato.
A comercialização de produtos artesanais pelo Governo do Estado foi iniciada no ano de 1992. As lojas (Porto da Barra e Pelourinho), desde quando foram fundadas, tornaram-se pontos de atração para turistas de todas as nacionalidades.
Atualmente, na loja da Barra, é possível conhecer uma “mostra” importante das produções artesanais da Bahia, entre tantas modalidades de arte, sendo que agora exclusivamente com produtos do Selo “Bahia feito à Mão”, certificação que conta com a parceria do Sebrae e Ibametro.
Ascom Setre
29.03.2015
Lício Ferreira – MTE –Ba 793
“Além da exposição e comercialização dos produtos, vamos retomar os cursos de capacitação e qualificação que, antes, eram oferecidos neste local”, antecipou o secretário estadual do Trabalho e Esporte, Álvaro Gomes, depois de percorrer o espaço acompanhado de técnicos, ouvindo detalhes do seu funcionamento.
Localizado na Rua Gregório de Matos, 27, Pelourinho, o Centro de Artesanato vai abrigar, simultaneamente, o Museu do Artesanato Mineral, mantido pela Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM) e uma unidade da Universidade Estadual da Bahia (Uneb).
ALEGRIA
Para Jacira da Conceição Soares, artesã de Vila Sauípe, município de Mata de São João, a reabertura do Centro de Artesanato do Pelourinho não poderia chegar em outra hora. “É um momento de muita alegria para todos nós termos de volta este espaço para apresentar os trabalhos da nossa Cooperativa de Artesanato do Trançado Tupinambá, a Copartt”.
“A reabertura do prédio, no Centro Histórico de Salvador, é mais um incentivo aos artesãos da capital e do interior a se manterem na atividade”, destacou o titular da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), Álvaro Gomes. Em novembro passado, a Setre reabriu a loja do Porto da Barra, que vem tendo o bom desempenho de sempre.
Coordenadora de Fomento ao Artesanato pela Setre, Emília Almeida vibra em ver o espaço público do Pelourinho novamente de portas abertas. “Aqui, temos um farto material histórico do museu do Artesanato, que é uma atração aos olhos de turistas e baianos. E temos ainda artesãos de fios e fibras comercializando diretamente os seus nobres produtos ”, afirma. O Centro de Artesanato estará em funcionamento das 9 às 17 horas, de segunda a sexta-feira.
GERAÇÃO
Presidente da Cultuarte, Verônica Lemos – grupo que apoia os artesãos nesta nova investida - considera um esforço importante da Setre em reabrir os dois canais de fomento ao artesanato baiano. “Estamos atuando com duas equipes, compostas basicamente por artesãos, dando consultorias aqui no Pelourinho e na Barra”.
O Governo do Estado, por meio da Setre, trabalha para preparar um Edital que vai selecionar uma Organização Social (OS) para trabalhar na comercialização e promoção de eventos em prol do artesanato baiano, conforme revela Emília Almeida. A expectativa é que a contratação aconteça até agosto próximo.
Para o artesão Domingos Conceição, de Ituberá, no Baixo Sul do Estado, a alegria de estar com seus produtos, à base de piaçava, era indisfarçável. Assim como ele, a artesã Meire Cabral, que comemora a reabertura como mais um espaço de geração e renda para a categoria.
EXTINTO
Criado em 1939, o Instituto de Artesanato Visconde de Mauá foi extinto por lei estadual em 2015. A gestão dos espaços e dos produtos foi transferida para a estrutura da Superintendência de Economia Solidária da Setre como Coordenação de Fomento ao Artesanato.
A comercialização de produtos artesanais pelo Governo do Estado foi iniciada no ano de 1992. As lojas (Porto da Barra e Pelourinho), desde quando foram fundadas, tornaram-se pontos de atração para turistas de todas as nacionalidades.
Atualmente, na loja da Barra, é possível conhecer uma “mostra” importante das produções artesanais da Bahia, entre tantas modalidades de arte, sendo que agora exclusivamente com produtos do Selo “Bahia feito à Mão”, certificação que conta com a parceria do Sebrae e Ibametro.
Ascom Setre
29.03.2015
Lício Ferreira – MTE –Ba 793