25/07/2017
O Dia Internacional da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha, celebrado nesta terça-feira (25), foi comemorado em Dias d’Ávila, na Região Metropolitana de Salvador, com o 1º Encontro de Mulheres Negras do município. O evento, que movimentou o auditório da Câmara de Vereadores ao longo do dia, teve como tema “Do Feminino à Arte: Resistência da Mulher Negra na Contemporaneidade”.
Na programação, uma palestra da secretária do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Olívia Santana, sobre empoderamento feminino negro. Em sua fala, a titular da Setre destacou a importância da representatividade nos espaços de poder e da luta contínua pela efetivação dos direitos das mulheres negras. "Derrubar os muros do machismo e do racismo é um desafio muito grande, por isso a sensibilização para o enfrentamento desses problemas deve acontecer não só em datas simbólicas, como o 25 de julho, mas precisa ser um compromisso permanente", defendeu.
A mestra em Museologia, Joana Flores, por sua vez, abordou a representação das mulheres negras nos museus de tipologia histórica. De acordo com a museóloga, as negras são retratadas, nas exposições de longa duração, quase sempre na condição de escravizadas e excluídas da construção política, econômica e cultural do país.
O encontro contou ainda com apresentações musicais e de dança, além de desfile de roupas em renda de bilros e turbantes produzidos pela Associação de Rendeiras de Dias d'Ávila (Rendavan).
"Estamos muito felizes com o resultado do evento, pois mesmo com todos os avanços conquistados pelas mulheres negras, o preconceito ainda é muito grande e por isso precisamos pautar esse tema sempre", avaliou a assistente social, Rita Luciana de Souza, uma das organizadoras do encontro.
Ascom Setre
Na programação, uma palestra da secretária do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Olívia Santana, sobre empoderamento feminino negro. Em sua fala, a titular da Setre destacou a importância da representatividade nos espaços de poder e da luta contínua pela efetivação dos direitos das mulheres negras. "Derrubar os muros do machismo e do racismo é um desafio muito grande, por isso a sensibilização para o enfrentamento desses problemas deve acontecer não só em datas simbólicas, como o 25 de julho, mas precisa ser um compromisso permanente", defendeu.
A mestra em Museologia, Joana Flores, por sua vez, abordou a representação das mulheres negras nos museus de tipologia histórica. De acordo com a museóloga, as negras são retratadas, nas exposições de longa duração, quase sempre na condição de escravizadas e excluídas da construção política, econômica e cultural do país.
O encontro contou ainda com apresentações musicais e de dança, além de desfile de roupas em renda de bilros e turbantes produzidos pela Associação de Rendeiras de Dias d'Ávila (Rendavan).
"Estamos muito felizes com o resultado do evento, pois mesmo com todos os avanços conquistados pelas mulheres negras, o preconceito ainda é muito grande e por isso precisamos pautar esse tema sempre", avaliou a assistente social, Rita Luciana de Souza, uma das organizadoras do encontro.
Ascom Setre