21/03/2017
Nesta terça-feira (21), Dia Internacional contra a Discriminação Racial, a Promotoria de Justiça de Combate ao Racismo do Ministério Público da Bahia (MP-BA) completou 20 anos de existência. Para marcar a data, foi realizado um seminário com o tema “Enfrentamento ao Racismo no Brasil do Século XXI”. Estiveram presentes servidores do órgão, gestores públicos, representantes do movimento negro, estudantes e lideranças religiosas.
A secretária do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte da Bahia, Olívia Santana, participou da mesa de abertura do evento e ressaltou que a criação da Promotoria de Justiça de Combate ao Racismo foi uma importante conquista do movimento negro. “É um instrumento importante no combate ao racismo estrutural, pois precisamos que mais e mais instituições se organizem e se estruturem para fazer esse enfrentamento”, destacou.
Na oportunidade, a secretária frisou momentos importantes que marcaram as duas décadas de atuação da Promotoria, dentre eles a realização do “Seminário de Direito e Relações Raciais no Terceiro Milênio” em 1997, em parceria com o Movimento Negro Unificado, no qual foi anunciada a criação do órgão. “Foi um seminário muito consistente. Um marco na história da luta por igualdade racial na Bahia que precisa ser resgatado”, afirmou.
Homenagens e debates
As comemorações contaram ainda com o lançamento da cartilha “Racismo: Começa com ofensa, termina com Justiça” e homenagens às pessoas que vêm enfrentando o racismo e lutando pela promoção da igualdade racial.
Além disso, foram realizadas três mesas de debates. Uma delas abordou a história do órgão, com a participação de atores que fazem parte de sua história, como o desembargador Lidivaldo Britto, ex-procurador-geral e ex-promotor de Justiça, a procuradora de Justiça Márcia Virgens, e a coordenadora do Grupo de Atuação Especial de Proteção aos Direitos Humanos e de Combate à Discriminação (Gedhdis) e promotora de Justiça Lívia Santa’Anna Vaz.
Em outra mesa, foram debatidos temas como racismo, academia e Justiça, com a participação do advogado e professor da UFBA, Samuel Vida, da ouvidora da Defensoria Pública, Vilma Reis, e da advogada e vice-presidente da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa da OAB-BA, Gabriela Ramos. O racismo, as letras e as artes também foi tema de uma das mesas, composta pelo compositor e maestro Letieres Leite, a atriz e cantora Nara Couto, e o escritor Marcos Guellwaar.
Ascom Setre
A secretária do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte da Bahia, Olívia Santana, participou da mesa de abertura do evento e ressaltou que a criação da Promotoria de Justiça de Combate ao Racismo foi uma importante conquista do movimento negro. “É um instrumento importante no combate ao racismo estrutural, pois precisamos que mais e mais instituições se organizem e se estruturem para fazer esse enfrentamento”, destacou.
Na oportunidade, a secretária frisou momentos importantes que marcaram as duas décadas de atuação da Promotoria, dentre eles a realização do “Seminário de Direito e Relações Raciais no Terceiro Milênio” em 1997, em parceria com o Movimento Negro Unificado, no qual foi anunciada a criação do órgão. “Foi um seminário muito consistente. Um marco na história da luta por igualdade racial na Bahia que precisa ser resgatado”, afirmou.
Homenagens e debates
As comemorações contaram ainda com o lançamento da cartilha “Racismo: Começa com ofensa, termina com Justiça” e homenagens às pessoas que vêm enfrentando o racismo e lutando pela promoção da igualdade racial.
Além disso, foram realizadas três mesas de debates. Uma delas abordou a história do órgão, com a participação de atores que fazem parte de sua história, como o desembargador Lidivaldo Britto, ex-procurador-geral e ex-promotor de Justiça, a procuradora de Justiça Márcia Virgens, e a coordenadora do Grupo de Atuação Especial de Proteção aos Direitos Humanos e de Combate à Discriminação (Gedhdis) e promotora de Justiça Lívia Santa’Anna Vaz.
Em outra mesa, foram debatidos temas como racismo, academia e Justiça, com a participação do advogado e professor da UFBA, Samuel Vida, da ouvidora da Defensoria Pública, Vilma Reis, e da advogada e vice-presidente da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa da OAB-BA, Gabriela Ramos. O racismo, as letras e as artes também foi tema de uma das mesas, composta pelo compositor e maestro Letieres Leite, a atriz e cantora Nara Couto, e o escritor Marcos Guellwaar.
Ascom Setre