18/02/2019
A baiana Daniele Nobre , de 30 anos , foi a grande vencedora do concurso Deusa do Ébano 2019 do bloco Ilê Aiyê, que teve seu resultado divulgado na madrugada deste domingo (17). O evento considerado o maior concurso de beleza negra do país chega a 40ª edição e todos os anos leva centenas de pessoas para acompanharem a disputa na Senzala do Barro Preto, no bairro da Liberdade.
De acordo com os organizadores foram recebidas mais de 100 inscrições e destas selecionadas 15 candidatas. A vencedora da noite da beleza negra tem formação na área de secretariado executivo, mas desistiu da área para se dedicar ao seu próprio negócio e se tornou um empreendedora. Esta foi a oitava vez que concorreu ao título e seria a última por conta do limite de idade estabelecido pelos organizadores, que é justamente de 30 anos.
“Ano passado eu não concorri e decidi me dedicar para a disputa esse ano. Eu conheci o Ilê ainda na infância e desde então carrego comigo o sonho de ser deusa do Ébano. O Ilê me deu conhecimento e me ajudou a chegar onde estou hoje. Fui princesa do Ilê por duas vezes e agora alcancei meu sonho”.
Realizado com apoio do Governo do Estado, o evento adotou como tema o Afroturismo para este ano. Momento marcado pelos 45 anos do Ilê Aiyê, bloco afro mais antigo do país, e os 10 anos sem a presença da ialorixá mãe Hilda. Ela foi a responsável por batizar o bloco com o nome Ilê, além de definir a sua linha filosófica.
O presidente do Ilê Aiyê, Antônio Carlos, mais conhecido como Vovô do Ilê, falou sobre as celebrações deste ano. “São 45 anos levando o nosso bloco pra rua, sem nunca deixar de desfilar. O nosso concurso chega aos 40 anos coroando a beleza negra, marcamos a ausência de mãe Hilda também. Acho que é o momento da negritude se tocar e entender o momento que estamos vivendo enquanto sociedade. Para além disso, iremos levar ao circuito do carnaval uma releitura da nossa trajetória na festa aos longo dos anos”, conta.
De acordo com os organizadores foram recebidas mais de 100 inscrições e destas selecionadas 15 candidatas. A vencedora da noite da beleza negra tem formação na área de secretariado executivo, mas desistiu da área para se dedicar ao seu próprio negócio e se tornou um empreendedora. Esta foi a oitava vez que concorreu ao título e seria a última por conta do limite de idade estabelecido pelos organizadores, que é justamente de 30 anos.
“Ano passado eu não concorri e decidi me dedicar para a disputa esse ano. Eu conheci o Ilê ainda na infância e desde então carrego comigo o sonho de ser deusa do Ébano. O Ilê me deu conhecimento e me ajudou a chegar onde estou hoje. Fui princesa do Ilê por duas vezes e agora alcancei meu sonho”.
Realizado com apoio do Governo do Estado, o evento adotou como tema o Afroturismo para este ano. Momento marcado pelos 45 anos do Ilê Aiyê, bloco afro mais antigo do país, e os 10 anos sem a presença da ialorixá mãe Hilda. Ela foi a responsável por batizar o bloco com o nome Ilê, além de definir a sua linha filosófica.
O presidente do Ilê Aiyê, Antônio Carlos, mais conhecido como Vovô do Ilê, falou sobre as celebrações deste ano. “São 45 anos levando o nosso bloco pra rua, sem nunca deixar de desfilar. O nosso concurso chega aos 40 anos coroando a beleza negra, marcamos a ausência de mãe Hilda também. Acho que é o momento da negritude se tocar e entender o momento que estamos vivendo enquanto sociedade. Para além disso, iremos levar ao circuito do carnaval uma releitura da nossa trajetória na festa aos longo dos anos”, conta.
A noite de celebração da beleza negra feminina contou a presença da primeira Deusa do Ébano, Mirinha Cruz, que se apresentou no palco da Senzala do Barro Preto na noite de sábado. Os artistas Lazzo Matumbi, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Daniela Mercury também se apresentaram, além de outros convidados.
Fonte: Secom