Caravana do Movimento Afroempreendedor chega a Águas Claras

Iniciativa da Sepromi promove inclusão produtiva, acesso ao crédito e valorização da economia negra.
15/04/2026
Caravana do Movimento Afroempreendedor
Foto: Erlon Sousa - Ascom/Sepromi

A Secretaria de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais da Bahia (Sepromi), em parceria com a Associação Afoxé Filhos de Gandhy, realiza nos dias 17 e 18 de abril a Caravana do Afroempreendedorismo – MOVAÊ, no bairro de Águas Claras. O evento, que acontece na praça local (Rua Lourival Costa, nº 420), é uma estratégia central do Programa Bahia Pela Paz para impulsionar negócios liderados por pessoas negras e enfrentar desigualdades socioeconômicas históricas.

O foco principal da Caravana é a inclusão produtiva. Durante os dois dias, empreendedores terão acesso a formações especializadas em afroempreendedorismo e letramento racial, além de uma feira que reunirá 45 expositores locais. Para quem busca expandir seus negócios, o stand do CrediAfro oferecerá orientação sobre linhas de crédito exclusivas de até R$ 50 mil, com juros de 1% ao mês e condições facilitadas para o público negro.

Somando-se ao fortalecimento econômico, a Caravana oferece serviços de cidadania e bem-estar em colaboração com parceiros estratégicos. O SineBahia estará presente com o Cadastro do Trabalhador, realizando o encaminhamento para vagas de emprego e orientação profissional. Já a Sudesb garantirá a movimentação do público com atividades físicas, incluindo um aulão funcional para promover a saúde e a integração comunitária.

A área de saúde e estética contará com o suporte da Unime, que disponibilizará triagem odontológica, orientações nutricionais e fisioterapia. No segundo dia, a instituição focará em cuidados com a pele e estética, complementando os serviços de tranças afro oferecidos no local. A estrutura inclui ainda a unidade móvel do Centro de Referência Nelson Mandela, para combate ao racismo, e a Biblioteca Itinerante Carolina Maria de Jesus, reforçando a identidade e a resistência negra através da literatura.
 

Fonte
Ascom/Sepromi
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