O ano de 2012 vai ficar marcado pelos efeitos do grande período de estiagem que alcançou toda a região Nordeste do Brasil. Para a Bahia, que detém a maior área do Semiárido brasileiro, é um dos mais severos períodos de seca da sua história, com prejuízos para toda a sua socioeconomia. Dentre os setores, o mais dura e diretamente atingido é o da agropecuária, com perdas de lavouras e de rebanhos, provocando a descapitalização dos produtores. Até o presente momento são 259 municípios em estado de emergência decretado pelo Governo Estadual e reconhecido pelo Governo Federal, o que representa 62% do total dos municípios baianos. Esta situação coloca as administrações municipais em condições especiais para receber ajuda de recursos humanos, materiais, institucionais e financeiros. Um extenso conjunto de ações, algumas emergenciais e outras estruturantes, vem sendo desenvolvido, sobretudo em parceria com o Governo Federal, de medidas de combate à insegurança alimentar das famílias e do apoio creditício e tecnológico, dentre outros, ao produtor rural. Nesse artigo são destacadas algumas das ações governamentais para a agropecuária baiana, voltadas a diminuir e/ou atenuar os prejuízos causados pela seca.
Ações emergenciais e estruturantes para mitigar os efeitos da seca na agropecuária baiana
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