O artigo faz uma análise detalhada dos setores produtivo, agroindustrial e comercial que compõem a economia dendeícola da Bahia, e evidencia a desarticulação presente entre estes, a carência de mordenização completa ou setorizadas e ausência de apoio e ações públicas durante quase toda sua existência. Destaca o ano de 1999 quando surgiu uma grande oportunidade para se mudar progressivamente essa realidade, com o advento de um projeto no qual constam a realização de ações conjuntas, envolvendo essas agroindústrias, o Governo do Estado, a CEPLAC e o Banco do Nordeste do Brasil. A implementação das ações do Programa de Desenvolvimento da Dendeicultura Baiana sugere que mudanças positivas irão ocorrer a médio e longo prazos, entretanto, não se deve deixar de envolver diretamente os pequenos produtores. Estes por sua vez, terão que ser alertados no sentido da necessidade do asssociativismo e atitudes coletivas, como uma das formas de tirá-los progressivamente da subordinação ao capital a que vêm sendo submetidos durante toda a existência dessa atividade.
Fatores restritivos à expansão do agribusiness dendê na Bahia
Tipo
Revista Bahia Agrícola