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O artigo afirma que o setor agrícola no Brasil é ainda aquele que anda a reboque dos demais setores. No caso da Bahia, é o que absorve o maior contingente de população economicamente ativa, ao tempo em que acolhe “ilhas de modernidade” no seu interior. Conclui que a redefinição do papel do estado na agricultura passa naturalmente pela redefinição do seu papel na dimensão mundial. E, quando se pensa finalmente em mercados globalizados, pensa-se em Educação, desenvolvimento tecnológico e infra-estrutura sem o avanço dos quais se tornará impossível o grande salto que se espera da agricultura baiana, um desafio e um alerta para qualquer país de economia intermediária, como o Brasil.