Bahia concentra 14% da população do campo no país
A Bahia concentra 14% da população rural do Brasil, isto é, a maior de todos os estados brasileiros, e também responde por um dos mais elevados níveis de ruralidade do país (33%). São 4,3 milhões de baianos que vivem em 565 mil quilômetros quadrados.
O número total de propriedades rurais no estado é de 695 mil, sendo 625 mil (90%) pertencentes a agricultores familiares, cuja renda média líquida mensal é R$ 222. Desses, 75% são considerados de baixa renda, pois sua renda média líquida mensal é de R$ 140.
Empregos – Oito de cada 10 empregos no meio rural vêm da agricultura familiar e cada novo emprego gerado custa menos de R$ 3.500 de investimento público (incluído crédito).
A renda per capita deste segmento é de R$ 93,02, contra R$ 162 da média geral do Estado, mas o nível de resposta de incremento de cada real investido é 155% maior. A Ater é um meio determinante para se alcançar maiores níveis de produção, de agregação de valor, de conhecimento e de qualidade de vida.
Participaram do evento também representantes do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), além de entidades de caráter social, conveniadas com o governo.
Cumprimento de metas pode transformar Brasil em potência ambiental
O Brasil pode vir a ser uma potência ambiental e o primeiro país tropical a se tornar desenvolvido, se cumprir todas as metas "ousadas" já anunciadas pelo governo para a redução do desmatamento e a conseqüente diminuição da emissão de gás carbônico.
A afirmação foi feita pelo cientista Carlos Nobre ao proferir a aula inaugural do curso de especialização em Mudanças Climáticas e Mercado de Carbono, promovido pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA), quarta-feira, no Pavilhão de Aulas da Federação (PAF) da Ufba.
Nobre disse ainda que o aquecimento global será mais cruel com quem menos contribui para isso – os povos e classes sociais mais pobres. E que no mundo desigual em que vivemos os efeitos das mudanças climáticas irão aumentar ainda mais as desigualdades, citando doenças endêmicas – como a leptospirose –, que resultam de aspectos climáticos e ambientais.
Ele fez um retrospecto da evolução histórica das mudanças climáticas no planeta e disse que o Brasil contribui para o aquecimento global, com a emissão de gás carbônico causada principalmente pelo uso inadequado da terra, que enfrenta o desmatamento e as queimadas.
Para o Brasil, cujo Produto Interno Bruto (PIB) depende, em mais de 50%, de recursos naturais renováveis como a agricultura e geração de energia, a redução dos fatores que causam a emissão de gases causadores do efeito estufa pode significar a oportunidade de se tornar uma potência ambiental.
Cumprimento de metas pode transformar Brasil em potência ambiental
O Brasil pode vir a ser uma potência ambiental e o primeiro país tropical a se tornar desenvolvido, se cumprir todas as metas "ousadas" já anunciadas pelo governo para a redução do desmatamento e a conseqüente diminuição da emissão de gás carbônico.
A afirmação foi feita pelo cientista Carlos Nobre ao proferir a aula inaugural do curso de especialização em Mudanças Climáticas e Mercado de Carbono, promovido pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA), quarta-feira, no Pavilhão de Aulas da Federação (PAF) da Ufba.
Nobre disse ainda que o aquecimento global será mais cruel com quem menos contribui para isso – os povos e classes sociais mais pobres. E que no mundo desigual em que vivemos os efeitos das mudanças climáticas irão aumentar ainda mais as desigualdades, citando doenças endêmicas – como a leptospirose –, que resultam de aspectos climáticos e ambientais.
Ele fez um retrospecto da evolução histórica das mudanças climáticas no planeta e disse que o Brasil contribui para o aquecimento global, com a emissão de gás carbônico causada principalmente pelo uso inadequado da terra, que enfrenta o desmatamento e as queimadas.
Para o Brasil, cujo Produto Interno Bruto (PIB) depende, em mais de 50%, de recursos naturais renováveis como a agricultura e geração de energia, a redução dos fatores que causam a emissão de gases causadores do efeito estufa pode significar a oportunidade de se tornar uma potência ambiental.
Cumprimento de metas pode transformar Brasil em potência ambiental
O Brasil pode vir a ser uma potência ambiental e o primeiro país tropical a se tornar desenvolvido, se cumprir todas as metas "ousadas" já anunciadas pelo governo para a redução do desmatamento e a conseqüente diminuição da emissão de gás carbônico.
A afirmação foi feita pelo cientista Carlos Nobre ao proferir a aula inaugural do curso de especialização em Mudanças Climáticas e Mercado de Carbono, promovido pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA), quarta-feira, no Pavilhão de Aulas da Federação (PAF) da Ufba.
Nobre disse ainda que o aquecimento global será mais cruel com quem menos contribui para isso – os povos e classes sociais mais pobres. E que no mundo desigual em que vivemos os efeitos das mudanças climáticas irão aumentar ainda mais as desigualdades, citando doenças endêmicas – como a leptospirose –, que resultam de aspectos climáticos e ambientais.
Ele fez um retrospecto da evolução histórica das mudanças climáticas no planeta e disse que o Brasil contribui para o aquecimento global, com a emissão de gás carbônico causada principalmente pelo uso inadequado da terra, que enfrenta o desmatamento e as queimadas.
Para o Brasil, cujo Produto Interno Bruto (PIB) depende, em mais de 50%, de recursos naturais renováveis como a agricultura e geração de energia, a redução dos fatores que causam a emissão de gases causadores do efeito estufa pode significar a oportunidade de se tornar uma potência ambiental.