Sementes Piratas Prejudicam Desenvolvimento no Campo

20/04/2009

Sementes Piratas Prejudicam Desenvolvimento no Campo

 

A pirataria no Brasil é coisa séria e tem campo. Literalmente. Para quem pensa que no negócio agrícola não tem também gente que age de má-fé, como, em alguns casos, acontece no mercado fonográfico, de filmes, dentre outros, a pirataria de sementes se espalha feito praga no Brasil e tem se tornado uma prática frequente no meio rural, de acordo com Álvaro Peixoto, diretor-executivo de Sementes da Associação Brasileira do Comércio de Sementes e Mudas (Abcsem). Segundo ele, a associação tem notado, nos últimos anos, um aumento no número de casos de associados que tiveram suas marcas pirateadas no campo. As culturas mais pirateadas, sejam falsificadas ou salvas, são, em grande parte, segundo o Ministério da Agricultura, as que o brasileiro leva mais à mesa, como o arroz (40%) e o feijão (13%). Os casos mais graves são o trigo (66% de pirataria), soja (60%) e algodão (44%).