Produção de grãos avança nas chapadas do "Mapito"
O Seneca III decola do aeroporto Brigadeiro Lysias Rodrigues, em Palmas, toma a direção nordeste e logo sobrevoa áreas de pecuária. Após cerca de 200 quilômetros, o comandante do bimotor, Eduardo Canedo, aponta a divisa seca entre Tocantins e Maranhão. Três mil metros abaixo, no sul maranhense, despontam as primeiras fazendas de grãos da Serra do Penitente.
O cenário é surpreendente. Nas chapadas que emergem entre os baixões, o Cerrado é interrompido por grandes lavouras onde, nesta época, as colheitadeiras esperam a chuva parar para completarem seu serviço. Vencidos mais 100 quilômetros, quando o Maranhão acaba no barrento rio Parnaíba, a Serra da Fortaleza aparece para mostrar que a soja também prevalece nos chapadões do Piauí, onde antes quase não havia movimento.
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