Bahia Pesca liga a Bahia à África
Uma ponte entre a Bahia e o os países africanos do Bênim e de Togo está sendo construída através da Bahia Pesca. A empresa está acolhendo em suas dependências o pesquisador beninense Eric Kossi Koehler, que escolheu o Estado para fazer um estudo acerca da piscicultura. “Sou do Benin, mas já moro na França há muitos anos, onde estou fazendo um doutorado sobre espécies aquáticas em águas frias”, conta.
Na Bahia, o objetivo do pesquisador é aprender sobre os peixes de águas tropicais, cujas características são similares às espécies de sua terra natal. Desta forma, ele utilizará o aprendizado obtido aqui para concluir seu doutorado e, posteriormente, implantar a piscicultura em Benin e Togo. “Temos um problema nesses países que é a pesca predatória feita por barcos chineses. Nosso povo precisa aprender a usufruir destes recursos”, complementa.
Eric planeja criar, em parceria com o governo do Benin, fazendas de piscicultura. “Primeiramente será uma fazenda mista (60% de Eric e 40% do governo federal). Depois, quando estiver funcionando tudo bem, irei para outras regiões a fim de ensinar o povo a criar suas próprias fazendas. Será uma ‘Benin Pesca’. Quero fazer no meu país o mesmo que a Bahia Pesca faz aqui, inclusive realizando um intercâmbio de profissionais com os baianos”, a Bahia Pesca liga a Bahia à África.
Uma ponte entre a Bahia e o os países africanos do Bênim e de Togo está sendo construída através da Bahia Pesca. A empresa está acolhendo em suas dependências o pesquisador beninense Eric Kossi Koehler, que escolheu o Estado para fazer um estudo acerca da piscicultura. “Sou do Benin, mas já moro na França há muitos anos, onde estou fazendo um doutorado sobre espécies aquáticas em águas frias”, conta.
Na Bahia, o objetivo do pesquisador é aprender sobre os peixes de águas tropicais, cujas características são similares às espécies de sua terra natal. Desta forma, ele utilizará o aprendizado obtido aqui para concluir seu doutorado e, posteriormente, implantar a piscicultura em Benin e Togo. “Temos um problema nesses países que é a pesca predatória feita por barcos chineses. Nosso povo precisa aprender a usufruir destes recursos”, complementa.
Eric planeja criar, em parceria com o governo do Benin, fazendas de piscicultura. “Primeiramente será uma fazenda mista (60% de Eric e 40% do governo federal). Depois, quando estiver funcionando tudo bem, irei para outras regiões a fim de ensinar o povo a criar suas próprias fazendas. Será uma ‘Benin Pesca’. Quero fazer no meu país o mesmo que a Bahia Pesca faz aqui, inclusive realizando um intercâmbio de profissionais com os baianos”, afirma.
Fonte:
Jan Penalva - ASCOM Bahia Pesca
DRT/BA 3672