Solo é recuperado no sudoeste baiano para o cultivo de algodão
Trabalho faz parte do Programa de Desenvolvimento Sustentável da Cotonicultura do Vale do Iuiú
A Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), vinculada à Secretaria da Agricultura (Seagri), por meio da Gerência Regional de Caetité, está realizando ações como parte do Programa de Desenvolvimento Sustentável da Cotonicultura do Vale do Iuiú. O propósito é recuperar solos degradados – numa área de 2.400 hectares abrangendo nove municípios da região do sudoeste do estado – para plantio e desenvolvimento da cultura algodoeira.
Com essa iniciativa, vão ser beneficiados 800 agricultores familiares que se dedicam ao cultivo de algodão em Malhada, Iuiú, Palmas de Monte Alto, Guanambi, Urandi, Pindaí, Candiba, Rio do Antônio e Brumado. O programa objetiva recuperar solos improdutivos e subprodutivos, por meio do processo de subsolagem para drenagem da água de chuva e melhorar as propriedades físico-químicas e biológica da terra, resultando na melhoria da lavoura.
Assistência técnica – Segundo o técnico da EBDA e coordenador do Programa do Algodão, Leandro Fernandes, o processo de subsolagem tem por base o rompimento da camada do solo compactada. Para corrigir os problemas ocasionados pelo uso contínuo, a empresa realiza o trabalho de rompimento das camadas endurecidas da terra, tornando-o produtivo outra vez.
O processo de recuperação do solo é consolidado com as operações de gradagem, subsolagem e nivelamento do terreno. "O trabalho é promissor, assegura resultados favoráveis e retorno econômico satisfatório", enfatiza Leandro. Os técnicos acompanham as atividades para recuperação da área, prestam assistência técnica e extensão rural (Ater), com ações de acompanhamento do plantio, condução da lavoura, colheita, pós-colheita e beneficiamento até a comercialização da produção.