Adab participa da III Semana Acadêmica de Medicina Veterinária da UFRB
Fotos: Ascom ADAB
Capacitar futuros médicos veterinários para colheita de material do Sistema Nervoso Central (SNC) em herbívoros. Esta foi a contribuição da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), vinculada à Secretaria da Agricultura (Seagri), na terceira Semana Acadêmica de Medicina Veterinária da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). O treinamento, que aconteceu no final do mês de agosto, em Cruz das Almas, foi direcionado aos graduandos de veterinária da Universidade.
Os fiscais estaduais agropecuários da Adab, Paulo Santana e José Neder, este também coordenador do Programa Nacional de Controle da Raiva dos Herbívoros (PECRH), palestraram para 65 estudantes e ministraram uma aula prática de colheita de SNC de herbívoros aos participantes.
“Esta capacitação contribuiu na melhoria da vigilância epidemiológica para raiva em herbívoros e Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB), mais conhecida como Mal da Vaca Louca”, ressaltou José Neder. A EEB é provocada por agentes não infecciosos protéicos (príons), que afetam as estruturas cerebrais e tecidos neurais dos mamíferos, incluindo os humanos. Essa enfermidade é uma doença fatal em 100% dos casos.
“Durante as capacitações, buscamos também a conscientização de futuros profissionais para a importância do controle da raiva e prevenção desta enfermidade”, completou o fiscal da Adab de Feira de Santana, Paulo Santana, lembrando que, outro impacto positivo obtido no curso foi a possibilidade do diagnóstico prévio por parte dos futuros profissionais na identificação das doenças nos herbívoros, otimizando as ações de defesa agropecuária na Bahia.
O diretor de Defesa Sanitária Animal, Rui Leal, lembra que o Brasil é reconhecido internacionalmente como um país de risco insignificante para a EEB. A Adab, órgão responsável no Estado pela vigilância epidemiológica, sanitária e de trânsito de animais, trabalha para tornar mais eficiente a defesa agropecuária no Estado, reduzindo os riscos de introdução da EEB e outras doenças no rebanho baiano, estimado em mais de 11 milhões de cabeças.
Fonte:
Ascom Adab
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