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18/06/2014

Feira de Artesanato do Senegal vai vender produtos da economia solidária

 

Os turistas que estão em Salvador neste período da Copa do Mundo Fifa Brasil 2014 têm mais uma opção para comprar ‘lembranças’ e presentear amigos e parentes. Na Praça da Cruz Caída, no Centro Histórico de Salvador, acontece até o dia 25 de julho a Feira de Artesanato do Senegal. 

A iniciativa tem a participação também de vários empreendimentos de economia solidária, assistidos por Centro Público de Economia Solidária Estadual (Cesol) e pelo Cesol’s dos bairros de Sussuarana, Barra e Mares, na capital baiana. 

No espaço, os artesãos do país da África Ocidental comercializam diversos tipos de trabalhos de tribos africanas, como máscaras, esculturas de entidades sagradas, peças de madeiras e marfim, bolsas cobertas com peles de animais, pinturas que retratam a identidade do povo e as típicas vestimentas grandes e coloridas dos africanos, além de bijuterias diversas.

Dos artesãos baianos, ligados aos empreendimentos econômicos e solidários, os turistas poderão adquirir utilitários para casa, bolsas, chaveiros, tiaras, peso de porta, acessórios para cozinha, pano de prato, tolhas de mesa, roupas de adultos e crianças. Haverá, ainda, ‘lembrancinhas’ temáticas e originais, entre outras opções para presentes. Tudo com preço justo.

Funcionamento  

A partir desta quarta-feira (18), a feira funciona das 9 às 21h, com dez barracas vendendo somente produtos da economia solidária. Cada Cesol será representado por quatro empreendimentos e para atender a um maior número de artesãos haverá um rodízio. Estão confirmados os grupos Cultuarte, Crie Arte, Feito à Mão, Criação & Cia, Espaço Ímpar e Arte do Povo.

Segundo a técnica da Superintendência de Economia Solidária (Sesol) da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), Sílvia Martins, “um evento deste porte, em plena Copa do Mundo e com a cidade cheia de turistas, é a chance para os artesãos baianos mostrarem os seus trabalhos e melhorar a renda”. 

Para a representante do Cesol Estadual, Viviane Seixas, “a feira, além da excelente visibilidade, é uma grande oportunidade para os artesãos dos empreendimentos solidários também trocarem experiência com os africanos, aprendendo novas técnicas para melhorar seus trabalhos”.

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Feira de Artesanato economia solidária
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