O apoio da Secretaria do Planejamento (Seplan) ao programa Mais Dignidade no Campo foi discutido, nesta quinta-feira (24), durante reunião entre o secretário interino do Planejamento, Cláudio Peixoto, técnicos das Superintendências de Planejamento Estratégico (SPE), Monitoramento e Avaliação (SMA) e Orçamento Público (SPO) da Seplan e representantes da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri) e da Fundação Luís Eduardo Magalhães (Flem). O programa tem como objetivo a instalação de mil módulos sanitários sustentáveis em várias comunidades do semiárido baiano, no período de cinco anos e a capacitação de cerca de oito mil pessoas para sua utilização e manutenção.
O secretário Cláudio Peixoto, que destacou o potencial da tecnologia para melhorar a vida do homem no campo, garantiu apoio da Seplan à iniciativa. “Estamos abertos a apoiar este programa que tem um grande impacto na vida das pessoas. A nossa intenção é garantir a ampliação da meta na programação orçamentária e inseri-lo no Plano Plurianual”, explica.
O chefe de Gabinete da Seagri, Alisson Gonçalves, fala sobre a importância do apoio da Seplan. “Quando nós temos o apoio da secretaria que, para além de ter as chaves do cofre, pensa o planejamento do estado de ponta a ponta, com as suas diversas faces e interfaces, é a sinalização clara de que este programa, que já tem transformado a vida das pessoas, tem tudo para ganhar escala, celeridade e beneficiar um número maior de pessoas”, avalia.
Tecnologia
Os chamados sanitários secos solares permitem o adequado descarte dos dejetos humanos sem materiais auxiliares (químicos), sem a necessidade de utilização de água e energia elétrica, sem a produção de odores indesejáveis e produzindo adubo higiênico e armazenável, gerando renda local.
Os módulos apresentam diversas vantagens para uso em áreas de condições específicas, notadamente aquelas com baixa oferta de água. Sua utilização resulta em maior segurança hídrica e sustentabilidade, eliminando a utilização de água para uso sanitário. Com isso, há maiores prevenção e controle das doenças oriundas do saneamento básico inadequado, promovendo melhor qualidade de vida para a população do campo.
Texto:Ascom/SeplanFoto:Ascom/Seplan