Diretores e coordenadores da SEI apresentam projetos ao secretário do Planejamento

Publicado: 02/02/2015 Última atualização: 06/10/2026 às 09:45

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Leão assistiu às apresentações das diretorias de Informações Geoambientais,  Pesquisas e Estudos, que abordaram projetos em execução na SEI e trabalhos futuros, entre outras temáticas.



O vice-governador e secretário do Planejamento João Leão esteve presente em nova reunião na Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI/Seplan). Leão assistiu às apresentações das diretorias de Informações Geoambientais,  Pesquisas e Estudos, que abordaram projetos em execução na SEI e trabalhos futuros, entre outras temáticas. O secretário contribuiu com ideias e realizou demandas de pesquisas durante todo o encontro, apresentando também propostas de desdobramentos de estudos já iniciados pela SEI.

Cláudio Pelosi, diretor de Informações Geoambientais, abriu as apresentações trazendo a Cartografia baiana como tema. Pelosi citou o trabalho de Atualização Cartográfica da Bahia realizado pela SEI desde 2009, e reiterou a importância de uma atualização constante, que evita a defasagem da cartografia. Entre as demandas da diretoria para a Atualização Cartográfica estão a conclusão do mapeamento e da planialtimetria baiana, além de iniciar um novo processo de atualização.

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O diretor também abordou a Infraestrutura de Dados Espaciais do Estado da Bahia – IDE-Bahia -, lançada em dezembro do ano passado. “É um trabalho em conjunto com sete instituições do estado, feito para que estes órgãos disponibilizem suas informações geoespaciais em um formato único, padrão”, explica Pelosi. Atualmente integram a IDE-Ba: Conder, Embasa, EBDA, Derba, Inema, SSP e SEI.

Pelosi acrescentou à apresentação uma explicação do trabalho com o Geoportal (http://geoportal.ide.ba.gov.br/geoportal/), componente da IDE-Ba, que fornece uma estrutura de dados e informações integrada em conjunto com os diversos órgãos produtores e consumidores de dados geográficos, e comentando também o trabalho de Atualização dos Limites Intermunicipais, projeto que está em finalização, com reunião para apresentação dos resultados do território Metropolitana de Salvador na próxima quarta (04). O diretor finalizou elucidando o Mapeamento do Uso Atual das Terras, principal ação para atualização do Zoneamento Econômico-Ecológico, que tem como objetivo viabilizar o desenvolvimento sustentável a partir da compatibilização do desenvolvimento socioeconômico com a conservação ambiental.

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Em seguida, Armando Castro, diretor de Pesquisas e diretor-geral interino da SEI, apresentou as diretrizes da diretoria, entre elas a valorização da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) através da criação de suplementos, atualização das projeções demográficas, intensificação da inserção na ANIPES e a realização do último relatório de Acompanhamento dos Objetivos do Milênio (ODM), ainda em 2015. O diretor também trouxe a renovação como uma diretriz importante, através de uma atualização do banco de dados da SEI e modernização e atualização das pesquisas.

Entre os projetos propostos por Castro estão também boletins temáticos a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), a exemplo do realizado com base na PNAD 2013, sobre rendimentos da população e pobreza na Bahia, boletins de conjuntura trimestral do mercado de trabalho da economia baiana, projeções de emprego por setor econômico a partir de modelagens multivariadas e a consolidação de bancos de indicadores municipais.

A reunião encerrou-se com uma apresentação do diretor de Estudos da SEI, Edgard Porto. O diretor tratou da pesquisa realizada na instituição que realiza um mapeamento da pobreza no estado. O estudo, que objetiva subsidiar políticas públicas de combate à pobreza, agregando especificidades dessa problemática nas distintas regiões da Bahia, traz uma série de mapas que apontam questões como saúde, demografia, moradia e educação, além de renda, como fatores que indicam condições de vulnerabilidade social. “A partir destes estudos trabalha-se inclusive no Plano Plurianual (PPA) e em outros projetos”, avalia Porto, ao que Leão acrescentou: “O próximo passo é entender as causas dos resultados das regiões mais pobres”.

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