Primeiro dia de Geopública tem foco nas aplicações da geoinformação

Publicado: 30/09/2015 Última atualização: 06/10/2026 às 09:44

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Pela manhã, Fabíola Andrade (Inema) realizou uma apresentação que elucidou dados sobre o cenário da geoinformação na Bahia, apontando também características do uso e produção da informação georreferenciada: “O usuário talvez seja o grande ator da geoinformação, porque é para ele e por ele que essa informação é produzida”.




A quarta edição do Geopública, encontro anual dos produtores, usuários e disseminadores de Geoinformação na Bahia, começou com foco nas aplicações da geoinformação. Na abertura do evento, a diretora-geral da SEI mencionou os trabalhos realizados pela instituição relacionados à informação georreferenciada e reiterou: “A Bahia é a vanguarda da geoinformação”. O diretor de informações geoambientais da SEI, Cláudio Pelosi, explicou a importância do evento e reforçou o trabalho para a consolidação da IDE-Bahia. “Vamos torná-la um meio que facilite e contribua com a gestão do governo do estado”.


Ainda pela manhã, Fabíola Andrade (Inema) realizou uma apresentação que elucidou dados sobre o cenário da geoinformação na Bahia, apontando também características do uso e produção da informação georreferenciada: “O usuário talvez seja o grande ator da geoinformação, porque é para ele e por ele que essa informação é produzida”. Fabíola citou instituições que se destacaram na produção dessas informações, e utilizou a SEI como um dos exemplos. “O projeto de Atualização dos Limites Intermunicipais é muito importante para o estado em vários aspectos. Um deles foi a integração de diversos grupos durante a realização do projeto (sociedade civil, mídia, Assembleia Legislativa, prefeituras, SEI, IBGE etc), o que é uma inspiração para a IDE”, acrescentou a pesquisadora. Fabíola também citou os trabalhos de Atualização Cartográfica para o estado e do Uso Atual das Terras.


As apresentações seguiram com Ricardo César Menossi, Executivo de Negócios na área de Geotecnologias da ENGEMAP (Engenharia, Mapeamento e Aerolevantamento Ltda), que abordou as novas tecnologias na geoinformação e exemplificou com recursos que já estão sendo aplicados em serviços realizados na Bahia, como fotogrametria, o uso de sensores de aerolevantamento e o mapeamento móvel e terrestre. A manhã se encerrou com a apresentação do Major Osvaldo da Cruz, engenheiro cartógrafo pelo Instituto Militar de Engenharia (IME) e chefe da Seção Técnica da Diretoria de Serviço Geográfico (DSG), que reforçou a relevância da normalização da produção de informações georreferenciadas e apresentação dos projetos da DSG de padronização da geoinformação. “As normas não são para engessar, mas para dar fundamento para que o usuário e o produtor falem a mesma linguagem”, apontou Menossi.


A tarde de evento contou com apresentações de Cláudio Pelosi, que realizou uma explanação acerca da IDE-Bahia, Silvana Camboim (UFPR), que apresentou Tecnologias para Disponibilização e Acesso da geoinformação e de Valdizio Santos (Prodeb), que realizou uma explanação sobre a Política Nacional da Geoinformação – PNGEO.

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