* Durante as obras do Novo TCA, o acesso à Concha Acústica será realizado exclusivamente pela Ladeira da Fonte (acesso de baixo). O estacionamento do TCA permanece fechado, e o público poderá utilizar o estacionamento da Ferreira Costa – Barris, que terá seu horário de funcionamento estendido até as 22h nos dias de evento.
A Escola de Dança da Funceb apresenta, no dia 6 de dezembro de 2025, às 19h, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, a Mostra Artístico-Pedagógica “Ibì Ayê – Chão que move, terra que dança”, sob direção geral de Nildinha Fonsêca e direção artística e roteiro de Elivan Nascimento. O espetáculo reúne mais de 600 estudantes dos Cursos Livres, Curso Preparatório, Curso Profissional e Núcleos de Extensão, em uma celebração que honra a terra, a memória ancestral e os caminhos que sustentam a dança produzida na Bahia.
A entrada é gratuita, com distribuição de até dois ingressos por CPF, mediante retirada na bilheteria da Concha Acústica do TCA, no dia 6 de dezembro de 2025, a partir das 10h. Crianças a partir de 2 anos de idade também precisam de ingresso.
“Ibì”, do tupi-guarani, e “Ayê”, do iorubá, formam o nome que guia a narrativa da mostra: um território simbólico onde memória, reencontro, existência e celebração se cruzam. O conceito que move o espetáculo afirma que o chão que pisamos nos constitui e, quando dançamos, também movemos a terra, recontamos histórias, reafirmamos presenças e imaginamos futuros.
Dividida em quatro blocos temáticos, a mostra costura diferentes dimensões da relação entre corpo, identidade e ancestralidade.
Bloco 1 – Colheita dos Sonhos: “Nós somos os sonhos dos nossos ancestrais”. A noite começa com o chamado para a colheita: tempo de materializar sonhos ancestrais e reconhecer como passado, presente e futuro se entrelaçam. As turmas evocam memórias e projetam futuros possíveis, tecendo legados de continuidade, conexão e esperança.
Bloco 2 – Vozes do Chão: “Voz é símbolo de poder, influência, expressão e identidade”. Aqui, a dança se transforma em voz. Os corpos tornam-se discurso e instrumento de reeducação e mudança. Cada passo, descalço ou calçado, reverbera pertencimento, diversidade e novas narrativas.
Bloco 3 – Terra que Dança: “Somos o elo entre o mundo que foi ferido e o mundo que ainda pode ser curado”. Os povos e seus territórios ganham centralidade. A terra surge como lugar de memória, luta, cura, alimento e espiritualidade. O público é conduzido a refletir sobre os vínculos que sustentam a existência coletiva.
Bloco 4 – Nosso Chão, Nossa Festa!: “Celebrar é existir!”. A mostra se encerra em festa: rito, alegria, xirê e tradição. A celebração se afirma como ato político de permanência e como força que alimenta a dança, a música e a arte que vibram do chão ao céu.
Com uma concepção que valoriza os processos formativos e a potência da criação coletiva, Ibì Ayê reafirma o compromisso da Escola de Dança da Funceb com uma educação em arte que reconhece raízes, potencializa vozes e celebra a multiplicidade de histórias que movem o corpo baiano.
SERVIÇO
ESCOLA DE DANÇA DA FUNCEB - MOSTRA IBÌ AYÊ
Quando: 06 de dezembro (sábado), às 19h
Onde: Concha Acústica do Teatro Castro Alves
Entrada: gratuita
Retirada Ingresso: Bilheteria física do TCA no dia do evento, a partir das 10h. Até dois (02) ingressos por CPF. Crianças a partir de 2 anos precisam de ingresso.
Classificação indicativa: Livre
VENDAS
Os ingressos para o espetáculo podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro Castro Alves (informações em www.ba.gov.br/tca/bilheteria)
REGRAS DE OCUPAÇÃO
A Concha Acústica é um espaço de uso livre, sem lugares marcados, permitindo circulação e permanência em pé ou sentado, desde que respeitadas as rotas de fuga e orientações da equipe. Os portões abrem 2h antes do início dos shows. Não é permitida entrada com garrafas, capacetes, guarda-chuva ou trajes de banho.
Saiba mais em https://www.ba.gov.br/tca/iniciativas/concha-acustica