O novo show zero de Simone. Toda mulher já nasce com um roteiro esperado. Nele, a que deseja demais, a que ocupa espaço além do combinado, a que abre a boca na hora errada, termina sempre do mesmo jeito: calada, corrigida, posta pra fora. Simone não seguiu. Cinquenta anos de carreira e ela ainda escolhe o risco. Não o conforto do legado, não a reverência garantida. O risco ,de novo, de outra forma, com gente nova.
"Que mulher é essa?" não é tributo. É o primeiro de uma nova fase, com direção musical e arranjos de Ana Frango Elétrico e direção artística e figurinos de Ronaldo Fraga, parceiros que trazem novos olhares e novas referências. Mari Pitta assina iluminação e cenário com Ronaldo. A talentosa banda conta com Chico Lira no piano, Giordano Bruno no baixo, Vitor Cabral na bateria e Filipe Coimbra no violão e na guitarra.
Abrir-se para isso, nesse estágio, já é uma declaração. O que move o projeto não é saudade. É apetite. A mesma força que construiu cinquenta anos de carreira quer abrir outros caminhos. O desejo, aqui, tem dona. É dela. Dela o apetite. Dela a vontade. Dela a boca que canta e a boca que diz não. No palco, ela não quer distância. Quer proximidade, o calor, a troca. Por isso a pergunta "Que mulher é essa?" é a que se faz quando não se consegue categorizar uma mulher. Quando ela não cabe só na gaveta da diva, nem na da lenda, nem na da senhora que deveria estar quieta.
A resposta para essa pergunta é curta e arredia: é essa. É essa mulher que não cabe num rótulo, que fala por si e acaba falando por muitas, que carrega política e leveza na mesma frase. E o cabelo prateado, que num homem viraria autoridade, sabedoria, monumento, numa mulher é o aviso de que está na hora de sair. Para Simone, não. Ela usa ao contrário: como coroa, como presença, como prova de que desejo não tem prazo de validade."Que Mulher É Essa?" É presença. É o lugar onde essa história deixa de ser contada e começa a acontecer. Essa mulher é Simone. E nela, o tempo não apaga. Acende.
SERVIÇO
SIMONE: QUE MULHER É ESSA?
Quando: 14 de novembro de 2026
Onde: Sala Principal do Teatro Castro Alves
I- Filas B a P: R$ 340,00 (inteira) e R$ 170,00 (meia);
II- Filas R a Z: R$ 290,00 (inteira) e R$ 145,00 (meia);
III- Filas Z a Z6: R$ 240,00 (inteira) e R$ 120,00 (meia).
IV - Filas Z7 a Z11: R$ 220,00 (inteira) e R$ 110,00 (meia).
Ingressos disponibilizados: 765 ingressos inteiras, 509 ingressos meia-entrada e 46 ingressos acessibilidade.
Classificação indicativa: 16 anos
Produção: Portobello Produções e Da Lapa Produções
VENDAS
Os ingressos para o espetáculo podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro Castro Alves (informações em www.ba.gov.br/tca/bilheteria) e no site da Sympla (www.sympla.com.br).
MEIA-ENTRADA
A concessão da meia-entrada é assegurada em 40% do total dos ingressos disponíveis para o evento. Estejam atentos! O Teatro Castro Alves cumpre a Lei Federal 12.933/2013, a Lei Estadual 14.765/2024 e a Lei Municipal nº 9.763/2023, que determinam que a comprovação do benefício de meia-entrada é obrigatória para aqueles que gozam deste direito.
Saiba mais em www.ba.gov.br/teatrocastroalves/meia-entrada
REGRAS DE OCUPAÇÃO
A Sala Principal começam pontualmente e não é permitida a entrada após o início da sessão. O público deve ocupar exclusivamente a poltrona correspondente ao ingresso, não sendo permitida circulação ou permanência em pé durante o espetáculo. Não é permitida a entrada com bebidas, alimentos, capacetes ou outros objetos que interfiram na visibilidade do público. Solicitamos que os telefones celulares permaneçam desligados ou em modo avião, que seja evitado qualquer ruído durante a apresentação.
Saiba mais em https://www.ba.gov.br/tca/iniciativas/sala-principal