11/01/2017
Com o intuito de estreitar comunicação e compartilhar as experiências exitosas o diretor geral do Instituto Biofábrica de Cacau (IBC), Lanns Almeida, esteve, nesta quarta-feira (11), no auditório da secretaria de Planejamento (Seplan) e realizou uma apresentação institucional para técnicos da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), que abordou as inovações tecnológicas e potenciais produtivos implementados pela instituição.“Esse é primeiro encontro de muitos, nossa a ideia é que a gente continue com um trabalho sinérgico, em parceria com a secretaria e os Serviços Territoriais de Apoio à Agricultura Familiar (Setafs), para construção de ações concretas que impactem na base produtiva dos agricultores”, destaca Almeida.O coordenador do Projeto Bahia Produtiva, Fernando Cabral, pontuou que “a Biofábrica tem uma importância estratégica, pois vai fornecer para as cooperativas e associações um material com boa procedência genética, que contribui positivamente na qualidade produtiva do agricultor familiar”, pontua.Perspectivas para modernização do parque fabril, ampliação dos cultivos de mandioca, cacau e outras frutas, capacitação para produção e manejo de mudas, foi alguns dos assuntos que nortearam reunião que contou com a presença de técnicos da Superintendência Baiana de Assistência Técnica e Extensão Rural (Bahiater), Superintendência de Agricultura Familiar (SUAF), entre outros.Sobre a Biofábrica - A Biofábrica possui certificações da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (ADAB), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) do governo brasileiro e Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac).O Instituto tem um dos mais modernos laboratórios de micropropagação do Brasil, além de um banco de dados e conhecimentos em protocolos técnicos e científicos certificados por órgãos renomados. A Biofábrica passou a também desenvolver experimentos de melhoramento genético e certificação.Em 2016, o instituto implantou três programas: Projeto RENIVA, que objetiva construir uma rede de multiplicação e transferência de manivas-semente de mandioca com qualidade genética e fitossanitária, a ser composta por agricultores familiares e grandes agricultores das principais regiões produtoras de mandioca do território nacional, com a finalidade de atender à falta de material propagativo de mandioca; o Programa Florestal, cujo intuito é a coleta de sementes e plântulas de matrizes e porta-sementes cadastradas e reguladas conforme legislação; e o Programa de Agricultura, que fará a produção e oferta de material genético em qualidade, quantidade e regularidade para os três biomas da Bahia e para outros estados da federação.