Gestores de cooperativas voltadas para aquicultura e pesca são capacitados em marca e posicionamento no mercado

28/11/2019

Estratégia de Negócios, Como Construir a Marca e Essência da Marca, estão entre os temas abordados, nesta quinta-feira (28), no encontro realizado com gestores de cooperativas que atuam na cadeia produtiva de pesca e aquicultura, apoiadas pelo Bahia Produtiva, projeto executado pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR). O encontro aconteceu no Centro de Formação da SDR, em Itapuã, integrando as atividades técnicas da 10ª Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária, que vai até domingo (1º), no Parque de Exposições de Salvador, em paralelo à Fenagro-2019.

De acordo com o especialista do Bahia Produtiva, para a cadeia produtiva da aquicultura e pesca, Alexandre Macedo, o objetivo do encontro foi traçar uma estratégia de acesso ao mercado da cadeia da aquicultura e pesca: “Inicialmente, a gente trabalhou com as cooperativas em um trabalho individual, depois, em blocos específicos, dentro do estado, juntando alguns territórios. O próximo passo vai ser realizar um trabalho com abrangência em todo, por isso, realizamos esta oficina”.

Jaqueline Tanaka, gestora da Cooperativa Mista dos Agricultores e Produtores da Agricultura Familiar do Município de Porto Seguro (Coomaps), falou da importância do encontro para o desenvolvimento da atividade junto à cooperativa: “Acredito que esse início tende a agregar muito na construção do trabalho com as cooperativas. Afinal, com isso conseguiremos estruturar o projeto para que ele ocorra de forma mais assertiva e direcionada, otimizando os esforços e os recursos. Além de elevar o nível de entendimento e de qual forma deve ser feito o trabalho das cooperativas e das comunidades envolvidas”.

Segundo o consultor do Bahia Produtiva, especialista em Mercado, Aldir Parisi, na oficina foram discutidos todos os modelos possíveis de comercialização, para que o grupo possa alcançar mercados variados, desde os regionais até as grandes redes: “Definimos três modelos possíveis de serem implementados e discutimos a questão da marca dos empreendimentos e uma marca coletiva e como isso pode ser trabalhado comercialmente. Esperamos que cada cooperativa tenha capacidade de criar a sua marca e posicionar essa marca de forma correta, tendo uma percepção clara de como eles podem comunicar essa marca no mercado”.



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