06/04/2016
Debater sobre as Políticas Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural e de Agroecologia, foram alguns dos temas da 1ª Reunião Ordinária, de 2016, do Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável (CEDRS), realizada nesta quarta-feira (06), no Fiesta Convention Center, em Salvador. O evento teve a presença do secretário estadual de Desenvolvimento Rural e presidente do CEDRS, Jerônimo Rodrigues, do diretor presidente da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Wilson Dias, e de representantes do poder público estadual e federal e entidades da Sociedade Civil.O titular da SDR e presidente do CEDRS destacou a importância de dois temas, um deles é a abertura da Conferência Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural na Agricultura Familiar e na Reforma Agrária (CEATER), que coincide com a realização da reunião do Conselho e a apresentação da minuta da Política Estadual de Agroecologia.Para Rodrigues, a Bahiater, superintendência que coordena a ATER na Bahia, possui uma estrutura de gestão diferenciada, construída a partir de um debate em nível municipal e territorial, por meio de uma ação articulada com outras secretarias estaduais, a exemplo das secretarias de Agricultura, Promoção da Igualdade, Justiça e Cidadania e Direitos Humanos, Políticas para Mulheres, Meio Ambiente e Infraestrutura Hídrica e Saneamento.“A realização da 2ª CEATER, a primeira realizada nesse novo modelo da Bahiater, de chamadas públicas, consolida um espaço de fortalecimento da Política Estadual de ATER, contemplando a participação de jovens, mulheres e comunidades e povos tradicionais. Nossa expectativa é que esse serviço de ATER seja consolidado também com as secretarias municipais de agricultura, consórcios públicos e colegiados territoriais”.Entre os itens discutidos na pauta a apresentação do credenciamento/renovação de entidades e/ou instituições prestadoras de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), homologação dos Conselhos Municipais de Desenvolvimento Sustentável (CMDS), apresentação e análise e aprovação das propostas de Crédito Fundiário, entre outros temas.2ª CEATER“ATER, agroecologia e alimentos saudáveis”, esse é o lema da 2ª CEATER, que tem como objetivo estabelecer estratégias e ações prioritárias para promover a universalização da ATER pública e de qualidade aos agricultores familiares da Bahia, por meio do diálogo e da interação entre sociedade civil, governos e representações de agricultores familiares.A conferência é promovida pela SDR, sob a coordenação do Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável (CEDRS) e Bahiater. O evento, que conta com a participação dos representantes eleitos nas conferências territoriais, será um espaço de avaliação da nova estratégia de ATER executada na Bahia, com a criação Bahiater. Na 2ª CEATER também serão sistematizadas as propostas do estado que serão levadas para Conferência Nacional, que acontece no mês de maio, em Brasília.Política Estadual de AgroecologiaA Câmara Técnica de Agroecologia realizou três encontros, desde janeiro desse ano de 2016, com o objetivo de promover reflexões sobre alimentação saudável sem veneno, agricultura familiar, a função social e o acesso a terra e a água, conservação do meio ambiente, a questão da mulher juventude, redução de agrotóxicos, economia solidária, relação com consumidores e o monitoramento da política nacional e dos seus impactos, para a construção da Política Estadual de Agroecologia.De acordo com o representante da SDR na Câmara Técnica de Agroecologia e diretor de Inovação e Sustentabilidade da Bahiater, José Augusto Tosato, "essa política visa não só a oferta de uma alimentação saudável, e sem veneno, mas também o uso sustentável da sociobiodiversidade, com geração de renda associada ao respeito de conhecimentos tradicionais e conservação do meio ambiente, entre outras ações".O ConselhoO Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável (CEDRS), órgão colegiado vinculado à SDR, foi criado por meio do Decreto n⁰ 8.487, de 11 de abril de 2003 e tem como finalidade formular, articular e monitorar políticas, programas e projetos voltados para o desenvolvimento rural sustentável do Estado da Bahia, com foco na inclusão social e promoção da qualidade de vida das populações do campo.O CEDRS realiza quatro reuniões ordinárias por ano e sua composição, atualmente, conta com a participação de 37 representações, sendo 14 ligadas ao poder público, entre Secretarias de Estado, instituições e órgãos federais e 23 representações da sociedade civil, entre movimentos sociais ligados à reforma agrária, agricultura familiar, direitos humanos, economia solidária e povos comunidades e tradicionais.Integram a estrutura do CEDRS, cinco Câmaras Técnicas (Assistência Técnica e Extensão Rural, Crédito Fundiário, Crédito Rural, Agroecologia e Educação Ambiental e Habitação Rural) e trêsComissões Estaduais (Perfis dos Empreendimentos Agroindustriais Familiares, Homologação dos Conselhos Municipais de Desenvolvimento Sustentável e Comercialização e Armazenamento da Agricultura Familiar), que tem a finalidade de assessorar o Conselho na formulação e monitoramento das políticas e programas desenvolvidas para o meio rural.Nos últimos anos, o Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável, vem se firmando como um importante espaço colegiado, trazendo para o debate temas fundamentais para o desenvolvimento da Bahia Rural, como educação do campo, agroecologia e sustentabilidade, crédito, assistência técnica e extensão rural, acesso a água, segurança alimentar e nutricional, habitação rural, territorialidade, dentre outros. Debater sobre as Políticas Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural e de Agroecologia, foram alguns dos temas da 1ª Reunião Ordinária, de 2016, do Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável (CEDRS), realizada nesta quarta-feira (06), no Fiesta Convention Center, em Salvador. O evento teve a presença do secretário estadual de Desenvolvimento Rural e presidente do CEDRS, Jerônimo Rodrigues, do diretor presidente da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Wilson Dias, e de representantes do poder público estadual e federal e entidades da Sociedade Civil.O titular da SDR e presidente do CEDRS destacou a importância de dois temas, um deles é a abertura da Conferência Estadual de Assistência Técnica e Extensão Rural na Agricultura Familiar e na Reforma Agrária (CEATER), que coincide com a realização da reunião do Conselho e a apresentação da minuta da Política Estadual de Agroecologia.Para Rodrigues, a Bahiater, superintendência que coordena a ATER na Bahia, possui uma estrutura de gestão diferenciada, construída a partir de um debate em nível municipal e territorial, por meio de uma ação articulada com outras secretarias estaduais, a exemplo das secretarias de Agricultura, Promoção da Igualdade, Justiça e Cidadania e Direitos Humanos, Políticas para Mulheres, Meio Ambiente e Infraestrutura Hídrica e Saneamento.“A realização da 2ª CEATER, a primeira realizada nesse novo modelo da Bahiater, de chamadas públicas, consolida um espaço de fortalecimento da Política Estadual de ATER, contemplando a participação de jovens, mulheres e comunidades e povos tradicionais. Nossa expectativa é que esse serviço de ATER seja consolidado também com as secretarias municipais de agricultura, consórcios públicos e colegiados territoriais”.Entre os itens discutidos na pauta a apresentação do credenciamento/renovação de entidades e/ou instituições prestadoras de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), homologação dos Conselhos Municipais de Desenvolvimento Sustentável (CMDS), apresentação e análise e aprovação das propostas de Crédito Fundiário, entre outros temas.2ª CEATER“ATER, agroecologia e alimentos saudáveis”, esse é o lema da 2ª CEATER, que tem como objetivo estabelecer estratégias e ações prioritárias para promover a universalização da ATER pública e de qualidade aos agricultores familiares da Bahia, por meio do diálogo e da interação entre sociedade civil, governos e representações de agricultores familiares.A conferência é promovida pela SDR, sob a coordenação do Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável (CEDRS) e Bahiater. O evento, que conta com a participação dos representantes eleitos nas conferências territoriais, será um espaço de avaliação da nova estratégia de ATER executada na Bahia, com a criação Bahiater. Na 2ª CEATER também serão sistematizadas as propostas do estado que serão levadas para Conferência Nacional, que acontece no mês de maio, em Brasília.Política Estadual de AgroecologiaA Câmara Técnica de Agroecologia realizou três encontros, desde janeiro desse ano de 2016, com o objetivo de promover reflexões sobre alimentação saudável sem veneno, agricultura familiar, a função social e o acesso a terra e a água, conservação do meio ambiente, a questão da mulher juventude, redução de agrotóxicos, economia solidária, relação com consumidores e o monitoramento da política nacional e dos seus impactos, para a construção da Política Estadual de Agroecologia.De acordo com o representante da SDR na Câmara Técnica de Agroecologia e diretor de Inovação e Sustentabilidade da Bahiater, José Augusto Tosato, "essa política visa não só a oferta de uma alimentação saudável, e sem veneno, mas também o uso sustentável da sociobiodiversidade, com geração de renda associada ao respeito de conhecimentos tradicionais e conservação do meio ambiente, entre outras ações".O ConselhoO Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável (CEDRS), órgão colegiado vinculado à SDR, foi criado por meio do Decreto n⁰ 8.487, de 11 de abril de 2003 e tem como finalidade formular, articular e monitorar políticas, programas e projetos voltados para o desenvolvimento rural sustentável do Estado da Bahia, com foco na inclusão social e promoção da qualidade de vida das populações do campo.O CEDRS realiza quatro reuniões ordinárias por ano e sua composição, atualmente, conta com a participação de 37 representações, sendo 14 ligadas ao poder público, entre Secretarias de Estado, instituições e órgãos federais e 23 representações da sociedade civil, entre movimentos sociais ligados à reforma agrária, agricultura familiar, direitos humanos, economia solidária e povos comunidades e tradicionais.Integram a estrutura do CEDRS, cinco Câmaras Técnicas (Assistência Técnica e Extensão Rural, Crédito Fundiário, Crédito Rural, Agroecologia e Educação Ambiental e Habitação Rural) e três Comissões Estaduais (Perfis dos Empreendimentos Agroindustriais Familiares, Homologação dos Conselhos Municipais de Desenvolvimento Sustentável e Comercialização e Armazenamento da Agricultura Familiar), que tem a finalidade de assessorar o Conselho na formulação e monitoramento das políticas e programas desenvolvidas para o meio rural.Nos últimos anos, o Conselho Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável, vem se firmando como um importante espaço colegiado, trazendo para o debate temas fundamentais para o desenvolvimento da Bahia Rural, como educação do campo, agroecologia e sustentabilidade, crédito, assistência técnica e extensão rural, acesso a água, segurança alimentar e nutricional, habitação rural, territorialidade, dentre outros.