Projeto Mata Branca realiza Seminário Biocidades em Itatim

19/08/2011

Com a dupla missão de promover ações que protejam a biodiversidade do bioma caatinga, envolvendo a sociedade e os poderes públicos, e resultem em uma gestão municipal voltada para o equilíbrio na relação homem-ambiente, o Projeto GEF Mata Branca (Conservação e Gestão Sustentável do Bioma Caatinga nos Estados da Bahia e do Ceará), realiza, nos dias 23 e 24 deste mês, na Câmara de Vereadores do município de Itatim, a 200 quilômetros de Salvador, o Seminário Biocidades.

O encontro será aberto, na terça-feira (23), às 8h30, com a presença do secretário estadual do Meio Ambiente, Eugênio Spengler, do diretor executivo da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Vivaldo Mendonça, de técnicos da empresa e representantes de entidades públicas, da sociedade e ONGS.

A programação tem como desafio articular e integrar ações estruturantes capazes de produzir significativos avanços no apoio a projetos que promovam a sustentabilidade das ações nos municípios, na melhoria habitacional, na preservação do meio ambiente e no desenvolvimento comunitário.

Durante o seminário, os participantes conhecerão mais sobre o Projeto Mata Branca e assistirão a palestras que abordam temas como: ICMS e Selo Ecológico, Produção, beneficiamento e destino de resíduos sólidos, Ação estadual da Bahia de combate a desertificação e mitigação dos efeitos da seca, projeto Aguadas, coleta seletiva, Corredores Ecológicos da Caatinga e Consórcio público de aterro sanitário, entre outros.

O Mata Branca é gerido pela Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa vinculada à Secretaria de Desenvolvimento e Integração Regional (Sedir), em parceria com a Secretaria do Meio Ambiente - SEMA. Orçado em US$ 23,06 milhões, o projeto possui US$ 10,00 milhões de recursos do GEF (Fundo Mundial para o Meio Ambiente), cuja agência implementadora é o Banco Mundial (BIRD), a título de cooperação financeira não-reembolsável; US$ 6,10 milhões de contrapartida de cada um dos Estados - Bahia e Ceará; US$ 0,06 milhões da Organização das Nações Unidas para a Agricultura – FAO; e US$ 0,8 milhões dos Beneficiários. A previsão é de que cada estado receba US$ 5 milhões.

O projeto também conta com o apoio do Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente - CONPAM, do governo do Estado do Ceará, e da Fundação Luís Eduardo Magalhães (Flem).