Sedir/CAR participa de Feira Brasileira do Mercado de Chocolates em Gramado

01/09/2011

A Secretaria de Desenvolvimento e Integração Regional (Sedir) e a CAR estão participando até sábado (3), no município de Gramado (RS), da primeira edição da Feira Brasileira do Mercado de Chocolates (Febrachoco). O evento, que acontece no ExpoGramado, está sendo ancorado pelo Congresso Latino-Americano de Chocolates (Chocolatino), e irá discutir as relações da cadeia produtiva, passando por temas como a evolução do chocolate caseiro e artesanal ao patamar de gourmet.

Para participar do encontro, o governo estadual por meio da Sedir/CAR montou um estande que traz para os visitantes produtos da Bahia Cacau, primeira fábrica de chocolate da agricultura familiar do país, inaugurada no município de Ibicaraí. Quem for ao local, terá oportunidade de degustar saborosos chocolates e receber informações sobre a fábrica, além de folhetos distribuídos por uma recepcionista que estará à disposição para tirar dúvidas e orientar sobre as possibilidades de negócios.

O público também terá acesso a textos que contam um pouco da história da Sedir e CAR e das ações desenvolvidas para combater a pobreza rural e promover a inclusão socioeconômica do homem do campo, destacando programas como o Produzir, Mata Branca, Quilombolas e Gente de Valor.

Além de reunir vários especialistas e produtores de cacau e chocolate, a Febrachoco também permitirá a exposição de produtos para venda, além de cursos, palestras e fóruns, em Gramado, - cidade conhecida como principal centro de produção de chocolates artesanais da América Latina.

A feira reúne a cadeia de negócios do chocolate e contribui para fortalecer o segmento do chocolate gourmet, que cresce de forma mais acelerada do que o mercado de chocolates como um todo.

O Brasil é o terceiro produtor mundial de chocolates, superado apenas por Estados Unidos e Alemanha. Em termos de Mercosul, o Brasil é disparado o maior mercado para chocolates, balas e confeitos com uma estimativa de consumo de US$ 9 bilhões, vindo em segundo a Argentina com um consumo estimado de US$ 1 bilhão.