Conselho Estadual de Educação da Bahia revoluciona currículo escolar com inclusão da história da independência baiana

03/07/2024
Em uma decisão histórica de valorização e reconhecimento das lutas da Independência do Brasil ocorridas na Bahia, ressaltando o ato cívico do 2 de Julho, o Conselho Estadual de Educação da Bahia (CEE-BA) aprovou novas diretrizes curriculares que incluem as lutas pela independência do Brasil ocorridas na Bahia, tornando obrigatória a inserção de componente curricular: História da Bahia. Essa mudança, baseada no inciso IX Art. 25 da Resolução CEE nº 137/2019, e na alteração do Art. 19 da Resolução CEE nº 26/2016, promete transformar a educação básica ao valorizar a contribuição fundamental da Bahia na história do país.




A medida chega em um momento crucial em que a valorização da história regional se torna essencial para a formação de uma identidade sólida e informada. A independência do Brasil, frequentemente ensinada de forma generalizada, ganha uma nova dimensão ao destacar a resistência e as batalhas ocorridas na Bahia.




A Bahia, berço de importantes movimentos pela independência do Brasil, terá seu legado devidamente reconhecido nas escolas estaduais. A vice-presidente do CEE-BA, Divalva Melo do Nascimento, destaca a importância da medida: “Essa inclusão não só resgata e valoriza nossa história, mas também fortalece a identidade e o orgulho dos estudantes baianos”.




O presidente do CEE-BA, Roberto Gondim, comentou que a nova diretriz não se limita a enriquecer o conhecimento histórico dos alunos, mas também visa fomentar um maior senso de pertencimento e identidade cultural. “Ensinar sobre os heróis e eventos locais traz uma conexão mais profunda dos alunos com suas raízes, tornando o aprendizado mais significativo. A coragem e o sacrifício do povo baiano serão reconhecidos nas salas de aula, e essa iniciativa proporcionará uma visão mais completa e inclusiva da nossa história nacional”, disse Gondim.




Na recém-publicada Resolução CEE nº 125, de 21 de junho de 2024, a organização desse componente curricular deve ter sublinhadas as indicações constantes nos citados documentos e valem para as instituições que integram o sistema estadual de ensino, sobremaneira nos aspectos históricos, políticos e sociológicos.






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