31/08/2015
Uma missão do Banco Mundial (Bidr) reuniu-se no dia 27/08, na Secretaria do Meio Ambiente (Sema), com a chefe de gabinete da Sema, Cibele Carvalho, chefe de gabinete do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), Welton Luiz Costa, o coordenador de monitoramento do Inema, Eduardo Topázio, coordenadora da Secretaria da Fazenda (Sefaz), com o diretor geral da secretaria, Wellington Oliveira e o gerente do contrato do Bird, Fernando Lavendez, para avaliar o andamento e as diretrizes do programa SWAp Bahia, financiado pelo banco no valor total de US$ 60 milhões. A ação visa investimentos em ampliação do acesso à água potável e redução da mortalidade infantil na Bahia, que inclui além da Sema e o Inema, a Companhia de Engenharia Hídrica e de Saneamento da Bahia (Cerb) e a Secretaria de Saúde.
O objetivo da missão foi avaliar os termos do programa e realinhar às diretrizes do contrato que se encerra daqui 28 meses, para o setor de recursos hídricos foram destinados US$ 12 milhões. Para a chefe de gabinete da Sema, Cibele Carvalho, o recurso voltado para a área vai permitir não só uma base de planejamento de recursos hídricos, mas também ações que irão refletir sobre a lógica de desenvolvimento do Estado. “O apoio do Banco Mundial proporcionará a integração de diversas ações que se complementam, e que vão possibilitar adequar a estrutura para o uso mais racional da água, e o desenvolvimento do semiárido Baiano”.
Na ocasião foi destacado ainda que para os próximos meses a previsão é de contratar mais quatro planos de bacia, Paramirim, Itapicuru, Verde e Jacaré e Salitre. “Hoje, já temos cerca de 60% do território baiano cobertos com os planos de bacia em andamento, e nossa perspectiva é que todas as áreas atingidas pela seca estejam cobertas”, declarou Cibele.
Segundo o coordenador da missão do Bird, Fernando Lavadenz, daqui algumas semanas o grupo terá uma noção mais clara sobre os indicadores e objetivos para esta nova etapa. “Nós estamos muito contentes com a metodologia empregada até agora, como as definições e indicadores que envolve vários setores", destacou. "Essa uma forma real de solucionar vários problemas, de forma compartilhada, o programa tem enfoque setorial amplo, por isso, é necessário que as áreas se reúnam com o Banco Mundial sempre para uma revisão das ações propostas e eventuais realinhamentos”.
Já para o coordenador de monitoramento do Inema, Eduardo Topázio ele observa que projeto é uma oportunidade de ganho muito interessante para o Estado. “O programa já vem proporcionando um salto qualitativo tanto em termos de manejo da água quanto para a saúde pública”.
Recursos Hídricos e Saúde – O programa tem a iniciativa de dois componentes principais: apoio aos programas prioritários do governo nos setores de saúde e recursos hídricos e fortalecimento institucional dos setores de saúde, de recursos hídricos e de planejamento. Entre as ações previstas estão a ampliação do acesso à água em quantidade e qualidade, e a redução da mortalidade materna e infantil.
Fonte: Ascom/Sema
O objetivo da missão foi avaliar os termos do programa e realinhar às diretrizes do contrato que se encerra daqui 28 meses, para o setor de recursos hídricos foram destinados US$ 12 milhões. Para a chefe de gabinete da Sema, Cibele Carvalho, o recurso voltado para a área vai permitir não só uma base de planejamento de recursos hídricos, mas também ações que irão refletir sobre a lógica de desenvolvimento do Estado. “O apoio do Banco Mundial proporcionará a integração de diversas ações que se complementam, e que vão possibilitar adequar a estrutura para o uso mais racional da água, e o desenvolvimento do semiárido Baiano”.
Na ocasião foi destacado ainda que para os próximos meses a previsão é de contratar mais quatro planos de bacia, Paramirim, Itapicuru, Verde e Jacaré e Salitre. “Hoje, já temos cerca de 60% do território baiano cobertos com os planos de bacia em andamento, e nossa perspectiva é que todas as áreas atingidas pela seca estejam cobertas”, declarou Cibele.
Segundo o coordenador da missão do Bird, Fernando Lavadenz, daqui algumas semanas o grupo terá uma noção mais clara sobre os indicadores e objetivos para esta nova etapa. “Nós estamos muito contentes com a metodologia empregada até agora, como as definições e indicadores que envolve vários setores", destacou. "Essa uma forma real de solucionar vários problemas, de forma compartilhada, o programa tem enfoque setorial amplo, por isso, é necessário que as áreas se reúnam com o Banco Mundial sempre para uma revisão das ações propostas e eventuais realinhamentos”.
Já para o coordenador de monitoramento do Inema, Eduardo Topázio ele observa que projeto é uma oportunidade de ganho muito interessante para o Estado. “O programa já vem proporcionando um salto qualitativo tanto em termos de manejo da água quanto para a saúde pública”.
Recursos Hídricos e Saúde – O programa tem a iniciativa de dois componentes principais: apoio aos programas prioritários do governo nos setores de saúde e recursos hídricos e fortalecimento institucional dos setores de saúde, de recursos hídricos e de planejamento. Entre as ações previstas estão a ampliação do acesso à água em quantidade e qualidade, e a redução da mortalidade materna e infantil.
Fonte: Ascom/Sema