01/11/2011
A Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), através do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), realizou na última quinta (27), no município de Morro do Chapéu, reunião pública com a proposta de coletar sugestões e apresentar, de maneira participativa, a metodologia dos estudos para a nova delimitação do Parque Estadual Morro do Chapéu.
O encontro aconteceu no povoado do Tareco, com a participação de agricultores, empresários, ambientalistas. Também estiveram presentes representantes do Ministério Público Estadual (MPE), gestores públicos e pesquisadores da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS).
Para a diretora de Unidades de Conservação do Inema, Jeanne Sofia, a proposta da nova poligonal do parque deverá contemplar as diferentes realidades encontradas na região, com vistas a minimizar os conflitos e unir forças para uma melhor convivência entre população e meio ambiente. “A nova poligonal deverá ser mais abrangente, no sentido de preservar o ecossistema da região, a cultura e assegurar os direitos e deveres de todos os que vivem dentro e no entorno da unidade de conservação”, enfatizou.
Segundo Jeanne, outro ponto previsto é a elaboração do Plano de Manejo e também a formação do Conselho Gestor do Parque Morro do Chapéu. “O plano de manejo será uma referência para as ações de planejamento e controle dos processos que envolvam a supressão de vegetal, proteção do patrimônio natural e ocupação do solo, de maneira a garantir o desenvolvimento sustentável. “Já estamos programando a realização de novas reuniões públicas, ainda este ano. Nossa meta é conseguir alcançar o maior número possível de interessados, com suas contribuições para o fortalecimento do Parque”, ressaltou.
A agricultora Nailma dos Santos, moradora da região, destacou na oportunidade, a chance de cada cidadão poder relatar suas realidades e experiências, em relação à ocupação e uso dos recursos naturais. “Aqui, o agricultor tem direito de falar sobre o que sabe. Agora, temos consciência de que é preciso cuidar do nosso Parque. Assim, garantimos a sobrevivência das plantas e animais, bem como a melhoria na qualidade de vida das pessoas”, afirmou.
Durante a programação, técnicos da empresa Estrutural Consultoria, licitada pelo governo, demonstraram os parâmetros utilizados nos estudos, como análise socioeconômica, fundiária e de aspectos bióticos, esclarecendo as dúvidas da população. Durante os estudos desenvolvidos na região, a empresa realizou pesquisas para identificar as atividades produtivas dos proprietários e ocupantes de terras, realizou cadastro de todas as propriedades, registrando suas coordenadas geográficas, características da flora e fauna, elaborou o diagnóstico das condições de degradação ambiental, dentre outros.
Fonte: Ascom/Inema
O encontro aconteceu no povoado do Tareco, com a participação de agricultores, empresários, ambientalistas. Também estiveram presentes representantes do Ministério Público Estadual (MPE), gestores públicos e pesquisadores da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS).
Para a diretora de Unidades de Conservação do Inema, Jeanne Sofia, a proposta da nova poligonal do parque deverá contemplar as diferentes realidades encontradas na região, com vistas a minimizar os conflitos e unir forças para uma melhor convivência entre população e meio ambiente. “A nova poligonal deverá ser mais abrangente, no sentido de preservar o ecossistema da região, a cultura e assegurar os direitos e deveres de todos os que vivem dentro e no entorno da unidade de conservação”, enfatizou.
Segundo Jeanne, outro ponto previsto é a elaboração do Plano de Manejo e também a formação do Conselho Gestor do Parque Morro do Chapéu. “O plano de manejo será uma referência para as ações de planejamento e controle dos processos que envolvam a supressão de vegetal, proteção do patrimônio natural e ocupação do solo, de maneira a garantir o desenvolvimento sustentável. “Já estamos programando a realização de novas reuniões públicas, ainda este ano. Nossa meta é conseguir alcançar o maior número possível de interessados, com suas contribuições para o fortalecimento do Parque”, ressaltou.
A agricultora Nailma dos Santos, moradora da região, destacou na oportunidade, a chance de cada cidadão poder relatar suas realidades e experiências, em relação à ocupação e uso dos recursos naturais. “Aqui, o agricultor tem direito de falar sobre o que sabe. Agora, temos consciência de que é preciso cuidar do nosso Parque. Assim, garantimos a sobrevivência das plantas e animais, bem como a melhoria na qualidade de vida das pessoas”, afirmou.
Durante a programação, técnicos da empresa Estrutural Consultoria, licitada pelo governo, demonstraram os parâmetros utilizados nos estudos, como análise socioeconômica, fundiária e de aspectos bióticos, esclarecendo as dúvidas da população. Durante os estudos desenvolvidos na região, a empresa realizou pesquisas para identificar as atividades produtivas dos proprietários e ocupantes de terras, realizou cadastro de todas as propriedades, registrando suas coordenadas geográficas, características da flora e fauna, elaborou o diagnóstico das condições de degradação ambiental, dentre outros.
Fonte: Ascom/Inema