02/12/2011
O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) realizou na última terça (29), na Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia, a Oficina de Viveiros Florestais de espécies do bioma Mata Atlântica, Caatinga e Cerrado. O evento foi promovido pela Diretoria de Biodiversidade (Dibio) com o objetivo de estabelecer diretrizes e critérios para novos convênios de apoio a projetos de viveiros em todo o estado.
Presidiu a mesa de abertura o chefe de gabinete do Inema, Edison Ribeiro, que saudou os participantes e destacou as ações do Instituto para restauração dos ecossistemas dos biomas existentes na Bahia. Durante a programação, entidades da sociedade civil e técnicos do Inema, foram convidados a apresentar suas experiências e trabalhos, abordaram temas como os aspectos legais para regularização dos viveiros, critérios de instalação e manutenção, sustentabilidade, técnicas para produção de mudas e reflorestamento.
De acordo com o coordenador de Fomento à Sustentabilidade Preventiva do Inema, Luís de Lima, os viveiros constituem uma ferramenta estruturante para a manutenção da biodiversidade e dos recursos hídricos. "Convidamos alguns especialistas, práticos no tema, para que possamos traçar critérios e normas para novos convênios de viveiros que o Inema venha a consolidar com prefeituras e organizações da sociedade civil. O maior desafio é tornar o mercado de mudas para reflorestamento viável economicamente, gerando demanda e padrões de qualidade",ressaltou.
Os participantes assistiram a demonstrações de projetos bem sucedidos como o do Instituto BioAtlântica (IBio) - com trabalhos de conservação e restauração da Mata Atlântica e seus ecossistemas associados (restingas, manguezais, áreas costeiras e marinhas), da Cooperativa de Produtores Orgânicos do Sul da Bahia (Cabruca) que expôs suas atividades na diversificação de culturas em sistemas agroflorestais (cacau, palmeiras, especiarias, flores e árvores frutíferas), além de experiências em viveiros da Odebrecht Realizações e da Prefeitura Municipal de Ibotirama.
Após as apresentações, os palestrantes responderam aos questionamentos e dúvidas do público, com destaque para as orientações sobre legislação e parcerias com a sociedade acadêmica, proferida pela professora Teresa Freitas, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB).
A oficina teve como público alvo, técnicos em meio ambiente, agrícolas e florestais, produtores rurais, estudantes e demais profissionais interessados na produção de mudas e implantação de viveiros.
Fonte: Ascom Inema
Presidiu a mesa de abertura o chefe de gabinete do Inema, Edison Ribeiro, que saudou os participantes e destacou as ações do Instituto para restauração dos ecossistemas dos biomas existentes na Bahia. Durante a programação, entidades da sociedade civil e técnicos do Inema, foram convidados a apresentar suas experiências e trabalhos, abordaram temas como os aspectos legais para regularização dos viveiros, critérios de instalação e manutenção, sustentabilidade, técnicas para produção de mudas e reflorestamento.
De acordo com o coordenador de Fomento à Sustentabilidade Preventiva do Inema, Luís de Lima, os viveiros constituem uma ferramenta estruturante para a manutenção da biodiversidade e dos recursos hídricos. "Convidamos alguns especialistas, práticos no tema, para que possamos traçar critérios e normas para novos convênios de viveiros que o Inema venha a consolidar com prefeituras e organizações da sociedade civil. O maior desafio é tornar o mercado de mudas para reflorestamento viável economicamente, gerando demanda e padrões de qualidade",ressaltou.
Os participantes assistiram a demonstrações de projetos bem sucedidos como o do Instituto BioAtlântica (IBio) - com trabalhos de conservação e restauração da Mata Atlântica e seus ecossistemas associados (restingas, manguezais, áreas costeiras e marinhas), da Cooperativa de Produtores Orgânicos do Sul da Bahia (Cabruca) que expôs suas atividades na diversificação de culturas em sistemas agroflorestais (cacau, palmeiras, especiarias, flores e árvores frutíferas), além de experiências em viveiros da Odebrecht Realizações e da Prefeitura Municipal de Ibotirama.
Após as apresentações, os palestrantes responderam aos questionamentos e dúvidas do público, com destaque para as orientações sobre legislação e parcerias com a sociedade acadêmica, proferida pela professora Teresa Freitas, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB).
A oficina teve como público alvo, técnicos em meio ambiente, agrícolas e florestais, produtores rurais, estudantes e demais profissionais interessados na produção de mudas e implantação de viveiros.
Fonte: Ascom Inema