16/10/2012
Na manhã desta segunda-feira (15), os 500 delegados, eleitos na etapa municipal, discutiram sobre o regulamento e a programação da 3ª Conferência Estadual do Meio Ambiente. Após as boas vindas do secretário estadual do Meio Ambiente, Eugênio Spengler, dois representantes da Comissão Organizadora Estadual da Conferência, destacaram os principais pontos que irão conduzir as atividades dos três dias do evento.
De acordo com Spengler, o Governo do Estado aposta no processo democrático de construção de políticas e diretrizes para a gestão ambiental. O secretário lembrou das duas primeiras etapas, tanto municipal quanto territorial, as quais envolveram mais de 11 mil participantes, em 136 municípios, representando os 27 Territórios de Identidade. “As deliberações vindas desses encontros territoriais serão validadas, nesta etapa estadual. Além de serem utilizadas como base para a implementação das políticas elaboradas pela Sema e autarquias. Após essa etapa, serão levadas para a Conferência Nacional, em outubro de 2013, quando teremos 60 representantes baianos dos diversos segmentos”, ressaltou.
A professora Rosângela Alves está participando como delegada, eleita na etapa municipal realizada em Pindobaçu (a 412 quilômetro de Salvador). Ela avalia o encontro como uma oportunidade de troca de experiências entre os municípios. “Sabemos que em cada cidade há uma realidade diferente, mas, muitas vezes aprendemos uma forma de lidar com um problema, através de outras práticas, soluções que possam ser aplicadas em nosso território para conservar o que ainda temos de riqueza natural”, afirma.
Para Manoel Rodrigues, presidente da Associação Quilombola, do povoado de São Tomé, em Campo Formoso, localizado no semiárido baiano, a participação nesses encontros é fundamental para contribuir na construção de políticas ambientais. “Estou sempre procurando colher informações de boas práticas para levar para a minha localidade, como forma de minimizar algumas questões latentes na minha região.”, afirma o quilombola.
Fonte: Ascom Sema
De acordo com Spengler, o Governo do Estado aposta no processo democrático de construção de políticas e diretrizes para a gestão ambiental. O secretário lembrou das duas primeiras etapas, tanto municipal quanto territorial, as quais envolveram mais de 11 mil participantes, em 136 municípios, representando os 27 Territórios de Identidade. “As deliberações vindas desses encontros territoriais serão validadas, nesta etapa estadual. Além de serem utilizadas como base para a implementação das políticas elaboradas pela Sema e autarquias. Após essa etapa, serão levadas para a Conferência Nacional, em outubro de 2013, quando teremos 60 representantes baianos dos diversos segmentos”, ressaltou.
A professora Rosângela Alves está participando como delegada, eleita na etapa municipal realizada em Pindobaçu (a 412 quilômetro de Salvador). Ela avalia o encontro como uma oportunidade de troca de experiências entre os municípios. “Sabemos que em cada cidade há uma realidade diferente, mas, muitas vezes aprendemos uma forma de lidar com um problema, através de outras práticas, soluções que possam ser aplicadas em nosso território para conservar o que ainda temos de riqueza natural”, afirma.
Para Manoel Rodrigues, presidente da Associação Quilombola, do povoado de São Tomé, em Campo Formoso, localizado no semiárido baiano, a participação nesses encontros é fundamental para contribuir na construção de políticas ambientais. “Estou sempre procurando colher informações de boas práticas para levar para a minha localidade, como forma de minimizar algumas questões latentes na minha região.”, afirma o quilombola.
Fonte: Ascom Sema