14/03/2014
Iniciado na última terça (11), no auditório do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema- Monte Serrat), o primeiro curso ‘Treinamento em exploração e produção de petróleo e gás natural- Atividade de Fraturamento Hidráulico’ chegou ao fim na tarde desta quinta (13). O evento teve como objetivo discutir a interação entre essas atividades e o processo de licenciamento.
Um dos palestrantes do curso foi Hélio Pedrosa, gerente técnico da Baker Hughes Nordeste na área de bombeio e pressão. Hélio destacou que o treinamento dará subsídios aos técnicos do Inema para a tomada de decisões corretas e proteger os recursos hídricos e ambientais nas atividades de Fraturamento Hidráulico.
"Foi uma importante oportunidade de esclarecer o processo de estimulação de poços de reservatórios não convencionais e explicar o que tem sido feito mundialmente, além de levantarmos os riscos existentes. Enfim, traçar melhores formas de desenvolver essa atividade importante economicamente que é de petróleo e gás e minimizando os impactos ambientais", afirmou Pedrosa.
Para a coordenadora de Mineração do Inema, Lilia Macedo, a construção de uma legislação na área é o enfoque principal do evento. "O curso mostra o caminho que precisamos seguir para construir um documento legal que permita ao órgão fazer o licenciamento de forma embasada e de acordo com uma legislação específica no assunto, algo que a gente ainda não tem", pontuou.
O fraturamento hidráulico é uma técnica de estimulação de poço, através da mistura de água, areia e produtos químicos no subsolo em altas pressões, utilizada para maximizar a produção de óleo e gás natural em reservatórios não convencionais. Está em fase de regulamentação na ANP, a Resolução sobre Segurança Operacional e Meio Ambiente em Fraturamento Hidráulico Não Convencional.
Um dos palestrantes do curso foi Hélio Pedrosa, gerente técnico da Baker Hughes Nordeste na área de bombeio e pressão. Hélio destacou que o treinamento dará subsídios aos técnicos do Inema para a tomada de decisões corretas e proteger os recursos hídricos e ambientais nas atividades de Fraturamento Hidráulico.
"Foi uma importante oportunidade de esclarecer o processo de estimulação de poços de reservatórios não convencionais e explicar o que tem sido feito mundialmente, além de levantarmos os riscos existentes. Enfim, traçar melhores formas de desenvolver essa atividade importante economicamente que é de petróleo e gás e minimizando os impactos ambientais", afirmou Pedrosa.
Para a coordenadora de Mineração do Inema, Lilia Macedo, a construção de uma legislação na área é o enfoque principal do evento. "O curso mostra o caminho que precisamos seguir para construir um documento legal que permita ao órgão fazer o licenciamento de forma embasada e de acordo com uma legislação específica no assunto, algo que a gente ainda não tem", pontuou.
O fraturamento hidráulico é uma técnica de estimulação de poço, através da mistura de água, areia e produtos químicos no subsolo em altas pressões, utilizada para maximizar a produção de óleo e gás natural em reservatórios não convencionais. Está em fase de regulamentação na ANP, a Resolução sobre Segurança Operacional e Meio Ambiente em Fraturamento Hidráulico Não Convencional.