29/09/2014
Com o objetivo de sensibilizar a população em relação ao tráfico de animais, o Zoológico de Salvador, em parceira com o Conselho Federal e Regional de Medicina Veterinária (CFMV/CRMVs) realizou no último domingo (28), nas próprias dependências do Zoo, ação voltada ao combate deste crime que já alcançou o terceiro lugar em ilegalidades no Brasil. Na ocasião, foram apresentas diversas atividades e ensinamentos recreativos às crianças, que puderam também ter partes do corpo pintadas com desenhos.
Uma das práticas clandestinas mais lucrativas da atualidade, o tráfico de animais, que movimenta aproximadamente 20 bilhões de dólares por ano, está causando um imenso prejuízo à fauna brasileira. De acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a má qualidade de transporte das mais variadas espécies acabam matando 90% dos animais capturados da natureza.
Ressaltando os danos adquiridos pelas espécies durante a captura e manejo da atividade clandestina, o coordenador do Parque, Gerson Norberto, indicou fatores que podem ser prejudiciais também para as pessoas que financiam este tipo de crime. ”Os animais, quando retirados dos seus respectivos habitats, sofrem com estresse, lesões físicas hematomas e fraturas, problemas na alimentação e nas condições impostas a elas, o que faz com que poucos sobrevivam. Além disto, o manejo inadequado pode ser negativo para o próprio transportador, que estará exposto a doenças que estes animais podem transmitir, caso os mesmos estejam com algum tipo de anormalidade”, enfatizou.
Além do coordenador, a presidente do CRMV-BA Ana Elisa Almeida e o diretor Ricardo Guerra também participaram da campanha que distribuiu 500 cartilhas educativas, 500 folders, 100 cartilhas do Ibama, cartilha sobre a Lei dos crimes ambientais vertida para a linguagem e estética infantil, além de material destinado a adultos.
O crime de tráfico de animais é um dos maiores colaboradores para o desequilíbrio ecológico. A atividade mexe drasticamente com a cadeia alimentar e reduz de forma considerável a biodiversidade de um determinado ambiente. Para denunciar a venda e a criação ilegal de espécies silvestres e selvagens, a Polícia Militar Ambiental do Brasil oferece, de forma gratuita e sigilosa, o número 190.
Fonte: Ascom / Inema
Uma das práticas clandestinas mais lucrativas da atualidade, o tráfico de animais, que movimenta aproximadamente 20 bilhões de dólares por ano, está causando um imenso prejuízo à fauna brasileira. De acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a má qualidade de transporte das mais variadas espécies acabam matando 90% dos animais capturados da natureza.
Ressaltando os danos adquiridos pelas espécies durante a captura e manejo da atividade clandestina, o coordenador do Parque, Gerson Norberto, indicou fatores que podem ser prejudiciais também para as pessoas que financiam este tipo de crime. ”Os animais, quando retirados dos seus respectivos habitats, sofrem com estresse, lesões físicas hematomas e fraturas, problemas na alimentação e nas condições impostas a elas, o que faz com que poucos sobrevivam. Além disto, o manejo inadequado pode ser negativo para o próprio transportador, que estará exposto a doenças que estes animais podem transmitir, caso os mesmos estejam com algum tipo de anormalidade”, enfatizou.
Além do coordenador, a presidente do CRMV-BA Ana Elisa Almeida e o diretor Ricardo Guerra também participaram da campanha que distribuiu 500 cartilhas educativas, 500 folders, 100 cartilhas do Ibama, cartilha sobre a Lei dos crimes ambientais vertida para a linguagem e estética infantil, além de material destinado a adultos.
O crime de tráfico de animais é um dos maiores colaboradores para o desequilíbrio ecológico. A atividade mexe drasticamente com a cadeia alimentar e reduz de forma considerável a biodiversidade de um determinado ambiente. Para denunciar a venda e a criação ilegal de espécies silvestres e selvagens, a Polícia Militar Ambiental do Brasil oferece, de forma gratuita e sigilosa, o número 190.
Fonte: Ascom / Inema