07/05/2015
Com o intuito de proporcionar mais saúde e bem-estar ao seu plantel faunístico, o Parque Zoobotânico Getúlio Vargas realiza constantemente bateria de exames clínicos preventivos em serpentes do Zoo. Os procedimentos, que foram feitos nesta quarta-feira (6) nas pitons molouros e birmanesas, são de alta complexidade e exigem cuidados especiais, como a sedação dos animais, que chegam a pesar 80 kg e medem cerca de 5 metros cada.
Quando realizados, os exames laboratoriais (sangue, urina e fezes), Anamnese, confirmação do ID (microchip) e biometria são desenvolvidos através de avaliação criteriosa, feita por uma equipe técnica qualificada composta por veterinários, biólogos e tratadores responsáveis pelo manejo das espécies, entre outros profissionais.
O coordenador do Zoo, Gerson Norberto, enfatizou a realização de procedimentos de rotina. "O plano de manejo desenvolvido para as espécies da herpetofauna exige um conhecimento básico dos padrões reprodutivos e do significado dos eventos que envolvem este processo em seu habitat natural. Vale salientar que todos esses procedimentos são realizados em prol do bem estar do nosso plantel. Os médicos veterinários do Zoo também realizam, em parceria com colegas de todo o país, estudos em clínica, cirurgia e patologia de répteis. Os estudos nestas áreas visam aumentar o conhecimento sobre a terapêutica destes animais, e dão suporte de conhecimento técnico para as atividades conservacionistas", disse Norberto, ressaltando ainda que o objetivo principal do Parque é fazer com que os animais sejam preparados para a vida selvagem . "Temos no Zoo 1650 animais, com os quais trabalhamos para que todos atinjam uma condição adequada para serem soltos em vida livre, uma condição boa de saúde e comportamento mais próximo do natural são premissas fundamentais neste processo".
Herpetologia do Zoo - O setor de Herpetologia no Zoo Salvador conta com 25 espécies, entre cobras, jacarés, jabutis, cágados e tartaruga que são cuidadosamente monitoradas a fim de identificar o potencial dos efeitos causados pelas agressões humanas e imbuir esforços em prol da conservação. O plano de manejo desenvolvido para as espécies da herpetofauna exige um conhecimento básico dos padrões reprodutivos e do significado dos eventos que envolvem este processo em seu habitat natural.
Fonte: Ascom / Inema
Quando realizados, os exames laboratoriais (sangue, urina e fezes), Anamnese, confirmação do ID (microchip) e biometria são desenvolvidos através de avaliação criteriosa, feita por uma equipe técnica qualificada composta por veterinários, biólogos e tratadores responsáveis pelo manejo das espécies, entre outros profissionais.
O coordenador do Zoo, Gerson Norberto, enfatizou a realização de procedimentos de rotina. "O plano de manejo desenvolvido para as espécies da herpetofauna exige um conhecimento básico dos padrões reprodutivos e do significado dos eventos que envolvem este processo em seu habitat natural. Vale salientar que todos esses procedimentos são realizados em prol do bem estar do nosso plantel. Os médicos veterinários do Zoo também realizam, em parceria com colegas de todo o país, estudos em clínica, cirurgia e patologia de répteis. Os estudos nestas áreas visam aumentar o conhecimento sobre a terapêutica destes animais, e dão suporte de conhecimento técnico para as atividades conservacionistas", disse Norberto, ressaltando ainda que o objetivo principal do Parque é fazer com que os animais sejam preparados para a vida selvagem . "Temos no Zoo 1650 animais, com os quais trabalhamos para que todos atinjam uma condição adequada para serem soltos em vida livre, uma condição boa de saúde e comportamento mais próximo do natural são premissas fundamentais neste processo".
Herpetologia do Zoo - O setor de Herpetologia no Zoo Salvador conta com 25 espécies, entre cobras, jacarés, jabutis, cágados e tartaruga que são cuidadosamente monitoradas a fim de identificar o potencial dos efeitos causados pelas agressões humanas e imbuir esforços em prol da conservação. O plano de manejo desenvolvido para as espécies da herpetofauna exige um conhecimento básico dos padrões reprodutivos e do significado dos eventos que envolvem este processo em seu habitat natural.
Fonte: Ascom / Inema