03/06/2015
A reabilitação das águas do Rio Joanes, que é responsável por 40% do abastecimento de água consumida pela cidade de Salvador, foi tema do seminário "Descobrindo os Lençóis de Joanes". O evento promovido em parceria com o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) aconteceu nos dias 02 e 03 de junho, no auditório da Faculdade UNIME, em Lauro de Freitas.
A iniciativa faz parte de um trabalho desenvolvido pelos gestores da Área de Proteção Ambiental (APA) da região. Conhecendo a dinâmica, a potencialidade, as problemáticas e os conflitos do Rio Joanes, foi possível que os gestores elaborassem um seminário como forma de trazer informações para toda a sociedade. O gestor da APA Joanes-Ipitanga, Geneci Braz, explicou que com "este tipo de atividades a APA atrai mais pessoas interessadas em colaborar para requalificação das águas do Joanes". De acordo com ele, o seminário foi pautado por meio da linguagem de gestão e conservação que o Inema aplica e visualizar as demandas da área em nível de políticas públicas, programas e projetos, vem possibilitando o desenvolvido de ideias e ações.
Para a estudante do curso de arquitetura Marília Borges, o seminário traz temáticas importantes em nível de gestão. Não só sobre recursos hídricos, mas em nível de gestão territorial, preservação e manutenção dos recursos hídricos. "É um tema que envolve toda a sociedade. Todos nós deveríamos estar atentos e participando destes debates, seminários e fóruns que acontecem em referencia à qualidade e distribuição da água", comentou Marília.
A reabilitação da água é um processo que vem sendo utilizado no manancial do Rio Joanes com o intuito de melhorar a qualidade em função de recuperar as características naturais. "Para que nós tenhamos uma água de boa qualidade, que será ofertada para a população Salvador e cidades da região metropolitana é necessário que haja um tratamento com procedimentos técnicos realizados na água para que minimize os custos para a Embasa, que é responsável pela captação e tratamento da água do Rio Joanes até que essa água chegue à nossas casas e melhore a nossa qualidade de vida como um todo" defendeu Geneci.
Durante o seminário que contou com a participação do secretário de Meio Ambiente de Lauro de Freitas, Márcio Crusoé, da diretora de Unidades de Conservação do Inema, Jeanne Florence e a representante da Embasa Acácia Aragão, também foi pontuado que a APA adota a medida de gestão participativa, de modo que a população fique informada sobre como colaborar com a restauração da área ambiental.
"Minimizar as ações predatórias, queimadas, lançamento de lixo e esgotos, com certeza minimizaria os danos causados a foz do Rio, mas assim como a população os gestores dos municípios devem estar atentos e tratando da conservação dos territórios de conservação", orientou o gestor da APA.
Joanes-Ipitanga - A bacia hidrográfica do Rio Joanes é composta por uma rede de drenagem bem desenvolvida com cerca de 75 km e compreende a uma extensão de cerca de 245 Km. Suas a afluentes são localizados nos rios Uberaba, Lamarão, Sucuricanga e Bandeira, além de também ser compostas pelo Riacho São Francisco, rios Ibirussu, Boneçu, Petecada, Jacarecanga, Itabaoatã, Muriqueira e Ipitanga.
A iniciativa faz parte de um trabalho desenvolvido pelos gestores da Área de Proteção Ambiental (APA) da região. Conhecendo a dinâmica, a potencialidade, as problemáticas e os conflitos do Rio Joanes, foi possível que os gestores elaborassem um seminário como forma de trazer informações para toda a sociedade. O gestor da APA Joanes-Ipitanga, Geneci Braz, explicou que com "este tipo de atividades a APA atrai mais pessoas interessadas em colaborar para requalificação das águas do Joanes". De acordo com ele, o seminário foi pautado por meio da linguagem de gestão e conservação que o Inema aplica e visualizar as demandas da área em nível de políticas públicas, programas e projetos, vem possibilitando o desenvolvido de ideias e ações.
Para a estudante do curso de arquitetura Marília Borges, o seminário traz temáticas importantes em nível de gestão. Não só sobre recursos hídricos, mas em nível de gestão territorial, preservação e manutenção dos recursos hídricos. "É um tema que envolve toda a sociedade. Todos nós deveríamos estar atentos e participando destes debates, seminários e fóruns que acontecem em referencia à qualidade e distribuição da água", comentou Marília.
A reabilitação da água é um processo que vem sendo utilizado no manancial do Rio Joanes com o intuito de melhorar a qualidade em função de recuperar as características naturais. "Para que nós tenhamos uma água de boa qualidade, que será ofertada para a população Salvador e cidades da região metropolitana é necessário que haja um tratamento com procedimentos técnicos realizados na água para que minimize os custos para a Embasa, que é responsável pela captação e tratamento da água do Rio Joanes até que essa água chegue à nossas casas e melhore a nossa qualidade de vida como um todo" defendeu Geneci.
Durante o seminário que contou com a participação do secretário de Meio Ambiente de Lauro de Freitas, Márcio Crusoé, da diretora de Unidades de Conservação do Inema, Jeanne Florence e a representante da Embasa Acácia Aragão, também foi pontuado que a APA adota a medida de gestão participativa, de modo que a população fique informada sobre como colaborar com a restauração da área ambiental.
"Minimizar as ações predatórias, queimadas, lançamento de lixo e esgotos, com certeza minimizaria os danos causados a foz do Rio, mas assim como a população os gestores dos municípios devem estar atentos e tratando da conservação dos territórios de conservação", orientou o gestor da APA.
Joanes-Ipitanga - A bacia hidrográfica do Rio Joanes é composta por uma rede de drenagem bem desenvolvida com cerca de 75 km e compreende a uma extensão de cerca de 245 Km. Suas a afluentes são localizados nos rios Uberaba, Lamarão, Sucuricanga e Bandeira, além de também ser compostas pelo Riacho São Francisco, rios Ibirussu, Boneçu, Petecada, Jacarecanga, Itabaoatã, Muriqueira e Ipitanga.