Sema e Inema atrelam calendário de treinamento e capacitações para servidores

10/03/2016
A Secretaria do Meio Ambiente (Sema) e o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) realizaram reunião nesta quinta-feira (10), na sede do Inema, com o objetivo de nivelar as ações de treinamento e capacitação para servidores e demandantes de outras institucionalidades.

A pauta prestigiou a potencialização das agendas da Sema e do Inema no que diz respeito a estas capacitações e a integração dos instrutores. Segunda a diretora-geral do Instituto, Márcia Telles, “os diversos cursos que estão sendo disponibilizados para 2016 são de extrema relevância para a atualização do corpo técnico, e permitirá que, internamente, seja possível nivelar sobre políticas de meio ambiente e tecnologias que hoje fazem parte da rotina do Inema, como o Cadastro Estadual Florestal de Imóveis Rurais (Cefir)”.

O assessor técnico e gestor do projeto CAR / BNDES, Aldo Carvalho, destacou que neste ano haverá uma forte demanda por conhecimento. “Sobre o Cefir e este sincronismo entre os diversos programas é fundamental que as ações de governo sejam bem distribuídas no Estado. Serão mais de 280 mil imóveis cadastrados no projeto CAR/BNDES”, disse Carvalho.

Dentre as capacitações, está o curso Ecologia da Paisagem Aplicada a Gestão Ambiental, que acontece através do Programa de Formação em Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Formar), e tem o objetivo de apresentar os fundamentos, sua contribuição para a compreensão de processos ecológicos e conservação da ecologia de paisagem. Além disso, a realização também prevê aplicações destes conceitos, ferramentas e métodos, visando capacitar os participantes a aplicá-los em suas respectivas áreas de atuação, subsidiando a tomada de decisões na gestão ambiental.

Para a diretora de Estudos Avançados de Meio Ambiente da Sema, Kitty Tavares, as capacitações são fundamentais para o crescimento de sistema de meio ambiente do Estado. “Considerando a integração de trabalho dos dois órgãos, a capacitação tem todo um objetivo transversal. Temos que dialogar com diversos setores para que possamos identificar quais são e como são as demandas. Quando a gente faz isso, fortalecemos essa integração. A gente gera um banco de dados, onde temos a informação de quantas pessoas participaram desses treinamentos, mas como foram e qual o resultado qualitativo da mesma”, afirma Kitty Tavares, enfatizando que já existe um calendário de capacitações firmado, onde, por exemplo, vão ser transmitidas informações de regularização e restauração florestal, geoprocessamento, manejo de recursos naturais em bacias hidrográficas e educação ambiental, por exemplo.
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