Sema participa da primeira reunião de acompanhamento da execução do PAD 2016

14/04/2016

Entre os dias (13 e 14/04), representantes do Governo Federal como a secretária de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente – SRHU/MMA, Cassandra Maroni Nunes, o coordenador nacional do Programa Água Doce – PAD, Renato Saraiva Ferreira, a chefe de gabinete da Secretaria Estadual do Meio Ambiente da Bahia (Sema), Cibele Carvalho, além de secretários de outros Estados do Nordeste, técnicos dos Governos e Núcleos Estaduais do PAD, entre outros convidados estiveram reunidos em um hotel em Salvador, para a primeira reunião de acompanhamento e execução do programa deste ano, à visita no estado baiano termina na cidade de Riachão do Jacuípe no dia (15/04), para conhecer pessoalmente uma comunidade beneficiada pelo PAD em um ato de entrega do sistema de dessalinização implantado no município.


“A realização deste evento mostra o quão todos estão empenhados e compromissados em levar saúde e qualidade de vida para estas comunidades, nacionalmente, o programa prevê o investimento em todo o Semiárido, mas o planejamento se torna ainda maior quando buscamos e fortalecemos parcerias a fim de beneficiar o maior número de pessoas”, pontuou Cassandra Maroni, SRHU/MMA.


Para o titular da pasta da Sema, Eugênio Spengler ele destaca a importância do programa, e também do engajamento de todos os Estados empenhados para os municípios favorecidos.  “Com investimento de mais R$ 60 milhões na Bahia, o Programa Água Doce promete levar água potável a 150 mil pessoas no estado até 2016 e pretende contemplar 385 comunidades. Só no ano passado, quase 40 mil delas foram beneficiadas, este o projeto consiste em instalar e reformar sistemas para retirar o sal da água de poços de comunidades rurais do Semiárido, tornando a água própria para o consumo humano”, explicou Spengler.


Na oportunidade e representando o secretário do Meio Ambiente, Cibele Carvalho, chefe de gabinete da Sema, além de parabenizar a todos pelo grande sucesso do PAD na Bahia, ela destaca que este é um sistema inovador e muito importante para todos, pois ele representa o compromisso com as comunidades beneficiadas.


“Estamos no caminho certo, na expectativa de trazer sempre água de qualidade para o nosso povo, queremos que o programa avance ainda mais, e a parte mais importante do processo é continuar fazendo e acima de tudo monitorar trazendo ainda mais benefícios para quem precisa, afinal água é vida”, destacou.


Na troca de experiências destes dois dias, os convidados puderam analisar o que está sendo desenvolvido em outros estados do Nordeste como Ceará e Rio Grande do Norte, além de apresentar as atividades previstas como operação, manutenção e monitoramento dos sistemas dessalinização e seu funcionamento.


O PAD que atua em nove Estados do nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe) e dois do sudeste (Minas Gerais e Espírito Santo). Em cada estado há um Núcleo Estadual, instância máxima de decisão, e uma Coordenação Estadual, com seu respectivo Grupo Executivo, composto de equipe técnica capacitada pelo Programa em cada um dos componentes (sustentabilidade ambiental, mobilização social, sistema de dessalinização e sistema produtivo), coordenados pelo órgão gestor de recursos hídricos estadual, e compostos por representantes do poder público e da sociedade civil.


O coordenador nacional do PAD, Renato Saraiva explica que o programa que está estruturado em seis componentes atua em várias vertentes de: gestão, pesquisa, sistemas de dessalinização, sustentabilidade ambiental, mobilização social e sistemas de produção. O componente da gestão é responsável pela formação de recursos humanos, elaboração de diagnósticos técnicos e ambientais, manutenção e operacionalização dos sistemas, além de dar o apoio ao gerenciamento e manutenção dos sistemas. O componente pesquisa é direcionado à otimização dos sistemas de produção com o aprofundamento dos conhecimentos em plantas halófitas, nutrição animal e piscicultura.


De acordo com o coordenador estadual do programa na Bahia e diretor de políticas e planejamento ambiental da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), Ruben Zaldivar Armua, na fase de diagnóstico, foram identificadas 41 cidades em estado mais crítico, que foram as primeiras beneficiadas.


“Precisamos considerar todas as atividades que já foram desenvolvidas pela secretaria até aqui, e dar continuidade na execução dos projetos, a discussão feita aqui, servirá para melhorar ainda mais nosso programa estratégico para 2016 além de dialogar e integrar com outros órgãos, a fim de melhorar ainda mais o marco e os indicadores da Gestão Ambiental do estado”, declarou Ruben Zaldivar.


Fonte: Ascom/Sema

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