09/02/2017
Na ultima quarta-feira (08) a Secretaria do Meio Ambiente do Estado da Bahia (Sema), em consonância com o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) - Unidade Regional (UR) Portal do Sertão - realizou inspeção técnica a fim de combater o incêndio na Serra de São José, distritos de Maria Quitéria e Jaguará em Feira de Santana.
O fato chegou ao conhecimento dos técnicos por meio da imprensa que divulgou o incêndio na noite de terça-feira (07). A atividade foi monitorada pela Diretoria de Fiscalização e Monitoramento (DIFIM) do Inema. Estiveram presentes no ensejo a coordenadora de fiscalização de campo, Fabíola Cotrim, o técnico em meio ambiente, Givanildo Lima e o coordenador da UR-Portal do Sertão, Messias Gonzaga.
Durante a inspeção realizada no entorno da serra, foram detectados ativos, focos de incêndios em coordenadas no lado oeste e apenas um ponto de incêndio no lado leste.
Na ocasião, foi identificada a vegetação como Bioma Caatinga, com declividades acentuadas no relevo, possuindo diferentes extratos, com predominância de gramíneas, cactáceos, vegetação arbustiva e até vegetação arbórea com diferentes portes.
Para Messias, um dos presentes na ação, “infelizmente o fato se tornou público e chegou ao conhecimento do Corpo de Bombeiros e do Inema, cerca de 15 dias após o início do sinistro, o que ocasionou um dano ambiental considerável e, portanto, é de suma importância que a população procure os órgãos públicos responsáveis nos primeiros sinais de focos de incêndios”
Foram efetivadas quatro inspeções nas fazendas que se encontram ao redor da serra e foi constatado que as formas de uso da terra naquela região são precárias, tais como: a pecuária extensiva, que fragiliza o ambiente, uma vez que o pisoteio do gado compacta o solo, além de possível uso inadequado do fogo como forma de manejo do solo. Outros fatores, informados, é que naquela região frequentemente acontecem peregrinações religiosas, devido à existência de um cruzeiro, e ainda visitas permanentes de turistas e atletas, como também a caça predatória e uso de fogueiras.
O fato chegou ao conhecimento dos técnicos por meio da imprensa que divulgou o incêndio na noite de terça-feira (07). A atividade foi monitorada pela Diretoria de Fiscalização e Monitoramento (DIFIM) do Inema. Estiveram presentes no ensejo a coordenadora de fiscalização de campo, Fabíola Cotrim, o técnico em meio ambiente, Givanildo Lima e o coordenador da UR-Portal do Sertão, Messias Gonzaga.
Durante a inspeção realizada no entorno da serra, foram detectados ativos, focos de incêndios em coordenadas no lado oeste e apenas um ponto de incêndio no lado leste.
Na ocasião, foi identificada a vegetação como Bioma Caatinga, com declividades acentuadas no relevo, possuindo diferentes extratos, com predominância de gramíneas, cactáceos, vegetação arbustiva e até vegetação arbórea com diferentes portes.
Para Messias, um dos presentes na ação, “infelizmente o fato se tornou público e chegou ao conhecimento do Corpo de Bombeiros e do Inema, cerca de 15 dias após o início do sinistro, o que ocasionou um dano ambiental considerável e, portanto, é de suma importância que a população procure os órgãos públicos responsáveis nos primeiros sinais de focos de incêndios”
Foram efetivadas quatro inspeções nas fazendas que se encontram ao redor da serra e foi constatado que as formas de uso da terra naquela região são precárias, tais como: a pecuária extensiva, que fragiliza o ambiente, uma vez que o pisoteio do gado compacta o solo, além de possível uso inadequado do fogo como forma de manejo do solo. Outros fatores, informados, é que naquela região frequentemente acontecem peregrinações religiosas, devido à existência de um cruzeiro, e ainda visitas permanentes de turistas e atletas, como também a caça predatória e uso de fogueiras.