28/03/2017
O Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) realizou entre os dias 27 e 28 de março, na sala de treinamento da Secretaria de Planejamento (Seplan), o curso de Cartografia e Sistema de Posicionamento Global direcionado aos servidores da Diretoria de Fiscalização e Monitoramento Ambiental (DIFIM) e suas respectivas coordenações de Fiscalização Emergencial e Atendimento à Denuncias (Coade) e a Coordenação de Fiscalização (Cofis).
O curso aplicado para corpo técnico de fiscalização e monitoramento, teve como objetivo esclarecer dúvidas sobre o uso da tecnologia e ferramentas de localizações. Segundo o especialista em geoprocessamento e instrutor, Jackson machado, “a proposta desse curso é orientar os técnicos a fazer uso adequado dos equipamentos de geoprocessamento e GPS, tendo como novidade o uso do Google Earth, ferramenta de geoprocessamento que é disponibilizada de forma gratuita, seguindo o uso do Sistema de Posicionamento Global (GPS) pra o trabalho de campo”.
Relatando sobre uso do GPS nas operações ambientais, o também especialista em geotecnologia da Coordenação de Tecnologia e Informação (Cotic), Joceval Souza, apontou que o treinamento é destinado a DIFIM, para uso do equipamento GPS, com funções de baixar ponto e carregar informações. Além do uso de software como apoio de localizações de determinadas áreas. "Esse treinamento é especifico para setor de fiscalização. O aparelho que já faz parte da rotina do técnico, e a sua utilização é fundamental para autuar ou notificar as infrações encontradas nas áreas fiscalizadas”, pontuou Joceval.
O conteúdo do curso, separado em partes teóricas e práticas, desenvolveu conceito sobre a cartografia, formas da terra, sistema geodésico, noções de escala, sistema de coordenadas, característica básicas do sistema Universal Transversa de Mercator (UTM), o aprofundamento em GPS, a constelação de satélites, tipos de aparelho (navegação e geodésico), além do métodos de posicionamento e principais interferências.
Já na parte prática, o uso do GPS em campo foi o principal treinamento da turma, na área externa da Seplan, os servidores puderam aprender sobre os principais comandos do aparelho de navegação (ligar, desligar, zoom, navegação, localização e entrada); análise da tela principal com a distribuição dos satélites e os canais de comunicação; precisão, coordenadas e elevação; configuração do GPS para sistema geodésico e o sistema de coordenadas desejado; coleta e marcação de ponto com nomenclatura e simbologia; verificar o ponto marcado na base dos mapas do aparelho; localização de pontos no aparelho; inserir coordenadas no aparelho; apagar pontos; localização de pontos no campo utilizando a bússola do aparelho GPS; por fim cálculo de área.
O uso de software Trackmaker e Google Earth também foram apresentados para aperfeiçoamento da utilização do comandos operacionais nas fiscalizações, para que as atividades sejam efetuadas de forma precisa e ágil.
De acordo com o aluno e técnico de meio ambiente da Coade, Daniel Vieira, o domínio do aparelho em campo é fundamental para o bom desempenho das atividades do Instituto. "Ter o controle, conhecer e entender todas ferramentas do GPS, principalmente para mapear e traçar as poligonais em áreas. Também definir as áreas de reserva legal, além de realizar um levantamento do que estar sendo informado nas fiscalização", disse Vieira.
O curso aplicado para corpo técnico de fiscalização e monitoramento, teve como objetivo esclarecer dúvidas sobre o uso da tecnologia e ferramentas de localizações. Segundo o especialista em geoprocessamento e instrutor, Jackson machado, “a proposta desse curso é orientar os técnicos a fazer uso adequado dos equipamentos de geoprocessamento e GPS, tendo como novidade o uso do Google Earth, ferramenta de geoprocessamento que é disponibilizada de forma gratuita, seguindo o uso do Sistema de Posicionamento Global (GPS) pra o trabalho de campo”.
Relatando sobre uso do GPS nas operações ambientais, o também especialista em geotecnologia da Coordenação de Tecnologia e Informação (Cotic), Joceval Souza, apontou que o treinamento é destinado a DIFIM, para uso do equipamento GPS, com funções de baixar ponto e carregar informações. Além do uso de software como apoio de localizações de determinadas áreas. "Esse treinamento é especifico para setor de fiscalização. O aparelho que já faz parte da rotina do técnico, e a sua utilização é fundamental para autuar ou notificar as infrações encontradas nas áreas fiscalizadas”, pontuou Joceval.
O conteúdo do curso, separado em partes teóricas e práticas, desenvolveu conceito sobre a cartografia, formas da terra, sistema geodésico, noções de escala, sistema de coordenadas, característica básicas do sistema Universal Transversa de Mercator (UTM), o aprofundamento em GPS, a constelação de satélites, tipos de aparelho (navegação e geodésico), além do métodos de posicionamento e principais interferências.
Já na parte prática, o uso do GPS em campo foi o principal treinamento da turma, na área externa da Seplan, os servidores puderam aprender sobre os principais comandos do aparelho de navegação (ligar, desligar, zoom, navegação, localização e entrada); análise da tela principal com a distribuição dos satélites e os canais de comunicação; precisão, coordenadas e elevação; configuração do GPS para sistema geodésico e o sistema de coordenadas desejado; coleta e marcação de ponto com nomenclatura e simbologia; verificar o ponto marcado na base dos mapas do aparelho; localização de pontos no aparelho; inserir coordenadas no aparelho; apagar pontos; localização de pontos no campo utilizando a bússola do aparelho GPS; por fim cálculo de área.
O uso de software Trackmaker e Google Earth também foram apresentados para aperfeiçoamento da utilização do comandos operacionais nas fiscalizações, para que as atividades sejam efetuadas de forma precisa e ágil.
De acordo com o aluno e técnico de meio ambiente da Coade, Daniel Vieira, o domínio do aparelho em campo é fundamental para o bom desempenho das atividades do Instituto. "Ter o controle, conhecer e entender todas ferramentas do GPS, principalmente para mapear e traçar as poligonais em áreas. Também definir as áreas de reserva legal, além de realizar um levantamento do que estar sendo informado nas fiscalização", disse Vieira.